29.02.2008 - 18:05
Dignidade jornalística
Aparício Torelly, o Barão de Itararé, chegou no Rio de Janeiro aos 21 anos e foi procurar Irineu Marinho, diretor de O Globo, apresentando-se como o profissional de que o jornal estava precisando. “E o senhor sabe fazer o quê?”, perguntou Irineu. “Tudo. Desde varrer a redação até dirigir o jornal”. Ante o espanto do outro, acrescentou: “Até porque não há muita diferença entre uma atividade e outra”.
(Eduardo Cesar Maia)