27.05.2008 - 13:09
Pernambucana, por Geovania Freitas – 2
A escritora Geovania Freitas conversou com a equipe do Café Colombo sobre o seu primeiro romance publicado, “Pernambucana”. A obra é ambientada na cidade de Pesqueira, onde Geovania nasceu, e traz histórias populares e dilemas universais. O prefácio é do professor Lourival Holanda, da UFPE.

Muito interessante a entrevista. A colocaçao que Renato fez é muito pertinente: como uma menina que não tinha despertado para o namoro iria despertar para a política ? É inverossímel. O que acontece, sem querer discutir com Geovanna, é que todo escritor “é de esquerda”. Tudo que acontece de mau na vida é culpa da ditadura. Maniqueísmo puro. Geovanna, não se zangue, mas isso é clichê.
Adorei a entrevista, aliás, não poderia ser de outra forma já que não nos surpreendemos com sua boa visão do cotidiano e das agruras que a vida nos prega. Ler seus livros ou ouvir sua ideias, só nos dá prazer de viver. Continue em busca de seus ideiais, sempre em rumo do sucesso. Meus parabéns e, um forte abraço do amigo.
Gostei da entrevista e fiquei curiosa para conhecê-la. Fui criada em Pesqueira, também escrevo e já lancei dois livros lá em 2006 e 2007. Nos meus romances uso os cenários da cidade que é muito bonita. Pesqueira não é um interior muito atrasado. A idéia que o Renato passou na entrevista foi meio mato. É uma cidade bastante desenvolvida e cultural, berço de muitos escritores como você e outros artistas. A terra do Ororubá, lendária e eterna. Sucesso com o livro e um grande abraço.
O livro de Geovania traduz a expressão cultural do povo agrestino, e para entendê-lo é preciso lê-lo. Não se trata de “maniqueísmo” tampouco de “clichê” e sim de um belo exemplar da literatura brasileira de qualidade.
A visão política não tem idade, acho infeliz a colocação do apresentador em rotular a idade para o conhecimento, tem tanto marmanjo que não se interessa pelo assunto, meio clichê, esse apresentador. Gostei do romence, acredito que a produção literária de Geovania é oportuna, não sei o porquê de tanta insistência em comparar do apresentador, uma vez que a entrevista deveria tomar um rumo para a divulgação do trabalho e não espelhá-lo.
“não sei o porquê de tanta insistência em comparar do apresentador, uma vez que a entrevista deveria tomar um rumo para a divulgação do trabalho e não espelhá-lo”.
A entrevista não TEM que tomar rumo nenhum preestabelecido pelos fãs da autora. A divulgação sem críticas e sem questionamentos pode ser feita pela editora do livro ou por alguém de marketing contratado pela autora, não por um programa jornalístico.
Oh, terra de puxa-saquismo!
Amei a entrevista assim como amei Pernambucana,livro que me levou de volta a minha infancia despreocupada em uma usina de cana de acucar…Hoje,morando bem distante do Brasil(vivo na Alemanha),livros como esse sao uma forma de voltar àquele tempo de sonhos e por isso espero ser agraciada de ler os outros 10 livros que ainda estao escondidinhos no seu armário Geovania!
Parabéns!Um cheiro no coracao e muito sucesso,querida amiga!
Sr. Eduardo Maia, não seja preconceituoso. A crítica é democrática, não se restringe ao regionalismo como você finaliza em sua crítica a minha. Relaxe rapaz.
O que significa “a crítica é democrática”? A crítica é valorativa e estabelecedora de diferenças, portanto hierárquica por natureza. O crítico democrático é não passa, na verdade, de um belo assessor de imprensa.
Um abraço, Calazans.