Café Colombo

Programas

14.10.2008 - 09:18

Crise financeira mundial – 2

O Café Colombo traz aos seus ouvintes uma análise da crise econômica mundial e o que fazer com investimentos. Para isso, convidamos o operador profissional de mercado Diogo Velho Barreto, sócio da Futura Investimentos. O sobe e desce das bolsas, opções na renda fixa, o que causou tamanha turbulência e como o Brasil será afetado. Não deixe de escutar o Café Colombo e ouvir as respostas dessas perguntas.

5 Comentários

  1. Luís Manuel Domingues Comentou em 15.10.2008 às 12:50

    Senhores e Senhores
    Vocês superam as Miriam Leitão e Arnaldo Jabor da vida na panacéia de botar vaselina nos promotores da atual crise: as políticas e ideologias neoliberais e as seitas de adoração ao idolomercado. Vocês devem estar com o pino em vias de estraçalhar ao verem todas as suas convicções e verborragia liberalizantes e anti-estatais diluindo no ar como fumaça. É saliente, também, observar a preocupação dos senhores em internalizar a crise no Brasil e como V. S. procuram distorcer as razões do crescimento da economia brasileira, como se tudo que ocorreu e estar ocorrendo na economia brasileira fosse produto de um estalar de dedo de algum mago do mercado sentando em alguma poltrona em um escritório de Nova York. A realidade é que um operário fez o que um sociólogo não conseguiu fazer. O que o sociólogo presidente conseguiu foi quebrar o Brasil três vezes, pedir penico ao FMI várias vezes, depredar o patrimônio público e transformar o Estado em uma banca de negociatas para os Daniel Dantas dessa elite capital-canhestra de nosso país.
    Depois vocês não querem ideologizar as discussões sobre economia, Estado e sociedade. Falem Sério! E falem logo antes que o espectro que ronda o deus mercado de vocês vire uma falange.
    Abraços,
    Luís Manuel Domingues

  2. Francisco Caetano Comentou em 17.10.2008 às 10:43

    Adorei a entrevista. E não levem em conta esse marxismo borolento.

  3. Luís Manuel Domingues Comentou em 18.10.2008 às 17:49

    Prezado Sr. Francisco Caetano e demais senhores do Café Colombo
    Prefiro ser aquele marxista borolento a ser aquele provinciano que fica perguntando ao amigo, recém chegado do sul maravilha, como vai, o que anda pensando e qual a receita daqueles que vivem em São Paulo. A mesma terra que o provinciano diz ser a locomotiva do país. Será a locomotiva do atraso? Mas, volto a dizer, prefiro ser esse marxista borolento a ser aquele entrevistador colonizado ou colonista preocupado com a elevação do preço do dólar. Será que ele está preocupado com a possibilidade de não poder fazer compras em Miami no final e de não poder passar o Natal e Ano Novo em Nova York. Será que vai ter que ficar para o próximo ano esses sonhos consumistas? Mais uma vez volta a repetir, prefiro ser este marxista borolento a estes trogloditas encantados pelos cantos das sereias do mercado. Estes mesmos que se converteram em fanáticos da seita do idolomercado e que compram viseiras para nada ver e vaselina para ver se empalação financeira dói menos. Será que agora vão se desatar do mastro e nadar ao encontro das sereias?
    Sim, Sr. Caetano, sou um marxista. Só não sei se tão borolento quanto o neoliberalismo que os senhores tanto amam. O mesmo que remonta ao John Locke e que dizia que “todo governo não possui outra finalidade além de conservação da propriedade”. Propriedade que não interessa se foi produto do roubo, do saque, da razia, da pilhagem ou, para ser mais atual, da especulação e negociatas. Os mesmos liberais de todo o sempre, que querem liberdade para negociatas e especulações e governo para privatizar os ganhos e socializar as perdas. São os mesmos desde Platão, para quem a política é para os que têm méritos e propriedades. Por isso que Moses Finley escreveu que o liberalismo nada mais é que uma nota de rodapé sobre o que Platão escreveu.
    Atenciosamente,
    Luís Manuel Domingues
    P.S.: O marxismo pode ser borolento, mas são os que estão no olho do furacão da atual crise que voltaram a ler Marx.

  4. Renato Lima Comentou em 18.10.2008 às 17:53

    Caríssimo Luís,

    A equipe do Café Colombo agradece mais uma vez o apreço, acompanhamento dos programas e palavras de incentivo! Independente de concordar, é sempre bom ser ouvido e comentado. Você é o nosso ombudsman de esquerda marxista. E ao Francisco Caetano, também muito grato pela visita.

  5. Luís Manuel Domingues Comentou em 18.10.2008 às 22:38

    Ombudsman, o quê?
    Fala sério Dr. Renato Lima.
    Isso é coisa do PIG, da Folha.
    Chama-me de outra coisa, pode ser até de chato. Mas, por favor, nada desses simulacros politicamente correto.
    Contudo, obrigado por reconhecer em o marxismo.
    Beijos e Abraços.

Deixe um comentário


Anuncie no Café Colombo

Café Colombo - Seu programa de livros e idéias
Conteúdo publicado sob Licença Creative Commons

Wenetus