25.06.2009 - 00:53
The Star-Spangled Banner
Uma pausa para o futebol. Ou melhor: uma pausa para os americanos. Eles, mais uma vez, surpreenderam o mundo. Derrotaram a temida Espanha na tarde de ontem (24). Logo no futebol. No impopular soccer, em que chegaram tarde e, aos poucos, vão ganhando terreno. Mas esta é uma grande marca dos americanos: a busca da eficiência (ou seria eficácia?). Há muito eles mostraram ao mundo o apego ao profissionalismo com as management to run corporation. Há na América um gosto pela vitória, pela valorização do mérito dos indivíduos. Querem e gostam de vencer. Instinto imperialista bradam os carnívoros da parte Latina. Pena que, ao invés de entender e copiar o que há de bom neles, boa parte de nossa gente ainda vive para refutar as idéias daquela terra da Bandeira Estrelada.
(Marcelo Sandes).
Engraçado que no jogo a Espanha era melhor, mas os EUA estavam mais bem treinado para aquela situação. Manteve a calma, defendeu-se muito bem e atacou com eficiência quando foi possível. O país que valoriza mais a individualidade do que os latinos mostrou que pode jogar com mais espírito coletivo se for necessário. Engraçado isso, não?
Vocês politizam até o futebol!
Não acredito que exista isso de valorização do individualismo no caso da equipe americana de futebol… Eles jogam bem coletivamente, com pouco talento individual. A Espanha, que é um time muito melhor – apesar da derrota -, joga bem coletivamente mas valoriza muito mais o talento individual.
Agora, no futebol, a vitória ou a derrota depende de muitos outros fatores, como motivação, acaso, marcação sem falhas, etc…
Discordo da visão de vocês.
Eduardo Cesar Maia.
Oxe Dudu, você entendeu completamente ao contrário o que escrevi. Quis dizer justamente isso, que os americanos são considerados (em média e em outros assuntos) mais individualistas, mas nos esportes coletivos mostram mais coesão tática do que os latinos, como foi esse caso. Não há dúvida que a seleção espanhola era melhor, mas os EUA jogaram de maneira uniforme, atacando bem e sendo eficiente nas ofensivas. Ah, e não se trata de politizar o assunto, mas de entendê-lo de forma sociológica. Aliás, lembro da nossa entrevista com Túlio Velho Barreto sobre literatura e futebol em http://www.cafecolombo.com.br/2006/04/23/tulio-velho/
Comentario maldoso que circula na Internet:
Os EUA seguem firmes rumo ao Terceiro Mundo, depois da recessao, desemprego e as primeiras favelas, agora deu para ganhar no Futebol.
Não entendo nada de futebol, mas para esclarecimentos dos amigos segue a definição das palavras abaixo.
.EFICIÊNCIA
1 Ação, força ou capacidade de produzir bem o efeito desejado ou realizar bem tarefas; EFICÁCIA. [ Antôn.: ineficiência.]
2 Qualidade ou capacidade (de alguém, um dispositivo, um método etc.) de ter um bom rendimento em tarefas ou trabalhos com um mínimo de dispêndio (de tempo, recursos, energia etc.); PRODUTIVIDADE
3 Est. Numa amostra, medida da signifcação da estimativa de um parâmetro (obtida com divisão da variância da estimativa pela variância de um estimador de máxima eficiência).
4 Psi. Relação entre o rendimento e o esforço (quanto maior o rendimento para o menor esforço, maior a eficiência)
EFICÁCIA.
1 Qualidade do que é eficaz, capacidade de produzir o efeito desejado ou esperado [ Antôn.: ineficácia.]
2 Capacidade de realização de tarefas com eficiência, com bons resultados
Em música e principalmente na arte de tocar, vejo os Americanos eficazes,não podem errar uma nota , o público é severo preferem uma interpretação precisa e mecânica a uma performance com até algumas falhas técnicas, mas de interpretação singular. Já o publico europeu são eficientes , querem fazer bem e sem mostrar esforço é o bem para eles como diz beethoven em “minha amada imortal” (Filme ) e acredito que ele pensasse assim mesmo, pode-se até errar a nota, mas jamais tocar sem sentimento. E o ouvinte europeu é apaixonado e fervoroso e o erro do intérprete não seria mais importante que o todo da mensagem interpretada. Espero que minha opinião meio as avessas edifique.Termino com uma frase do professor Mário Sergio Cortella da PUC-SP :Homens São Anjos Com Uma Asa Só Que Para Voar Precisam Do Outro.
Sim, o jogo é como na orquestra, se o concerto foi bom a orquestra é boa, se o concerto foi ruim a Culpa é do regente, mas a gente sabe que nãoe é bem assim , mas é bem assim….Fico com Cortella.
Beijos