02.09.2009 - 18:33
O ocaso cubano visto por Samarone Lima – 2
Crepúsculo: decadência, ocaso. Aqueles fios de luz que teimam em continuar, quando o sol já deixou claro a sua debandada. Pois foi crepúsculo a palavra usada pelo jornalista Samarone Lima para o título do seu novo livro, que relata uma viagem à Cuba,”Viagem Ao Crepusculo” (Editora Casa das Musas). O livro é um relato sobre o povo cubano durante um mês em que Samarone passou na ilha. O jornalista também organizou, recentemente, o livro “A cabeça do futebol”.

O samarone conseguiu captar e expor com contundência o que os intelectuais, artistas e religiosos brasileiros fingem em não enxergar e covardemente não denunciar.É um alerta as falsas utopias.Cuba é o resultado do futuro de um povo que coloca seu destino nas mãos de uns salvadores ditos revolucionários.Apesar das falhas, pois são construções humanas, é o estado democrático direito(o império da lei),a economia de mercado(concorrência, trocas voluntárias, espírito empreendedor e inovação), a livre inciativa, o respeito aos clássicos direitos individuas e civis, alternância no poder, garantias constitucionais,elementos superiores a esses modelos”socialistas” que sempre descambam para totalitarismo.
O samarone conseguiu captar e expor com contundência o que os intelectuais, artistas e religiosos brasileiros fingem em não enxergar e covardemente não denunciar.É um alerta as falsas utopias.Cuba é o resultado do futuro de um povo que coloca seu destino nas mãos de uns salvadores da humanidade,criadores do novo homen, ditos revolucionários.Apesar das falhas, pois são construções humanas, é o estado democrático de direito(o império da lei),a economia de mercado(concorrência, trocas voluntárias, espírito empreendedor e inovação), a livre inciativa, o respeito aos clássicos direitos individuas e civis, alternância no poder, garantias constitucionais,elementos superiores a esses modelos”socialistas” que sempre descambam para o totalitarismo.Anulando o ser humano no desenvolvimento de suas potencialidades,tornando-o coisa sob o jugo de um estado opressor.