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20.05.2010 - 18:53

395 – Didha Pereira, o teatro e a educação informal – 2

Marcelo Sandes e Renata Santana conversam com o ator, dramaturgo e gestor cultural Didha Pereira.  Ele já montou mais de 30 espetáculos teatrais e está lançando agora o livro “Educação informal para o teatro” (Editora Babeco). O livro é um estudo sobre as técnicas de teatro empregadas na educação informal durante 40 anos no estado de Pernambuco. Nesta entrevista, Didha critica a falta de cursos de formação do setor, políticas públicas na área entre outros aspectos.

13 Comentários

  1. leidson ferraz Comentou em 08.09.2010 às 10:09

    Muito interessante. Boas reflexões e muitas informações para serem multiplicadas.

  2. heitor tigre Comentou em 08.09.2010 às 10:11

    Muito bom. parabéns aos jornalistas e a esse ator maravilhoso que se revela um grande educador!

  3. Jose Nascimento - ator e professor Comentou em 08.09.2010 às 10:13

    Que entrevista boa, deveria ser repassada para o Centro de Artes da UFPE e para as escolas das redes municipais e estaduais

  4. Cleuson Vieira - ator e cenografo Comentou em 08.09.2010 às 10:15

    Esse ator é multiplo, deveria ser orgulho para Pernambuco e para o povo de São Benedito do Sul, aonde já estive com um espetáculo intitulado Auto da Compadecida. Parabéns amigo Didha Pereira!

  5. inaldo moura - ator e arte educador Comentou em 08.09.2010 às 10:17

    Grande Didha, ainda não tenho seu livro mas vou a livraria cultura adquiri-lo, pois deve ser muito interessante. Depois dessa entrevista fiquei curioso, pois me interesso muito por esssa área de conhecimento. Ah, sua história é muito bonita, sinto orgulho de ser seu amigo.

  6. rejane damasio -sociologa e professora Comentou em 08.09.2010 às 10:19

    Muito boa a entrevista, vou grava-la para utiliza-la em minhas aulas. Beijos professor Didha Pereira seu talento precisa ser reconhecido.

  7. edvane Bactista Comentou em 08.09.2010 às 10:20

    Ih, didha como estas chique, adorooo!!!!!

  8. Deyvson Cavalcanti Comentou em 08.09.2010 às 10:24

    Bom Didha, você é mais multiplo do que eu imaginava. Como você ainda tem tanta coisa para nos ensinar em Cantigas do Sol! Cada dia aprendo mais com voce e cada vez mais lhe admiro. Você é dez vezes dez! Vou criar um slogan: Didha Pereira orgulho de Pernambuco! gostou?

  9. Fatima Mendonça Comentou em 08.09.2010 às 10:47

    muito bom!!!

  10. EMANUEL DAVID D´LUCARD - ATOR, ENCENADOR E DRAMATURGO Comentou em 09.09.2010 às 10:45

    DIDHA, QUE BOM QUE VOCE EXISTE E ESTA AI PARA NOS ENSINAR TANTAS COISAS. VOCE SEMPRE DIZ QUE A EDUCAÇAO E UM CAMINHO DE DUAS VIAS… E AS DUAS VIAS ESTÃO OCUPADAS, COM MUITA CATEGORIA E MUITA PROPRIEDADE, AONDE VOCE ATUA. QUERO APROVEITAR PARA LHE DESEJAR MUITO SUCESSO COM O LANÇAMENTO DESSE SEU SERIMO LIVRO… ACOMPANHO SUA TRAJETORIA E, MESMO NAO SENDO DE SAO BENEDITO DO SUL, TENHO O MAIOR ORGULHO DE VOCE. LONGA VIDA PARA VOCE MEU REI!

  11. Mônica Holanda - Atriz e Animadora Cultural - Pesquisadora Comentou em 09.09.2010 às 11:21

    Que reportagem magnifica! Fiquei encantada. E pensar que tudo começou numa cidadezinha esquecida no interior de Pernambuco na Mata Sul, veio aqui pros Coelhos, na frente da minha casa, ganhou o mundo, a mente e os corações das pessoas que se envolveram direta, ou indiretamente nos processos pedagógicos, culturais e artísticos vividos por todos nós.
    É maravilhoso. É mágico!!! Deus te abençoe meu irmão querido…

  12. Rudimar Constancio Comentou em 10.09.2010 às 08:52

    Muito boa a entrevista. Apenas uma correção: não é Circo Brasil, mas Escola Nacional de Circo, que fica no Rio de Janeiro e é dirigida por Zezo Oliveira, que já foi da Escola Pernambucana de circo. Ele é oriundo dos grupos de jovens do Buriti, na Macaxeira, onde se iniciou na área de artes cênicas, via oficinas teatrais e de dança popular.
    Muito bom ouvir Didha Pereira é um garoto de ouro, merece ser mais prestigiado.

  13. Carmelita Pereira Comentou em 10.09.2010 às 08:56

    Fiquei emocionada, Rudi, ouvindo essa entrevista. No começo tudo foi tão dificil… A saída de São Benedito do Sul, chegou a ser traumática, pelo menos para mim, eu quatro anos mais velha do que ele, testemunhei sua saída de lá, ainda com 11 anos, fugindo dos castigos impostos por um padrasto… mas depois tudo se transformou… Sinto orgulho ser esposa e mãe dos nossos filhos… além de parceira em diversos empreendimentos culturais que temos realizado. Graças a Deus!
    Deus te ilumine, meu amor!

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