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01.09.2010 - 13:15

Lançamento de D’Agostinho e Diálogos

Do JC de hoje:

Poesia, contos e cinema em uma dose
Publicado em 01.09.2010

A escritora Patrícia Tenório abraça os campos da poesia, dos contos e do cinema ao lançar os livros D’Agostinho e Diálogos hoje na Livraria Cultura, às 19h. O primeiro reúne poesias inspiradas na obra Confissões, de Santo Agostinho, que serão recitadas por Karynna Spinelli e Carlos Ferrera na ocasião. Já os contos que compõem o segundo livro serviram de inspiração para curta-metragens que também serão exibidos na noite.

“A temática dos contos de Diálogos vem justamente do fato de que cada um é fruto de diálogos com situações do que existe ao meu redor. Todo texto surgiu a partir de provocações, conversas”, afirma Patrícia. A ideia de transformar os contos em imagens na tela surgiu depois do curso de direção de filmes que a escritora realizou na New York Film Academy, nos EUA.

São três curta-metragens que se chamam Olhos fechados, O domador de bolas de sabão e Prisão perpétua. Com produção e figurino do ator e diretor de teatro Jorge Féo, os curtas foram todos gravados no Recife e trazem no elenco atores como Kleber Lourenço, Juan Guimarães e Ísis Agra.

Um DVD reúne os três curtas e acompanha o livro Diálogos. A Livraria Cultura fica no shopping Paço Alfândega, s/n, Bairro do Recife. Informações: 2102-4033.

29.08.2010 - 22:34

Livro sobre o caso do Padre Hosana

Já está nas livrarias da França a obra do historiador Richard Marin sobre um dos crimes mais comentados da história de Pernambuco: o assinato do arcebispo de Garanhuns, Dom Expedito Lopes, pelo Padre Hosana. A publicação já foi objeto de matéria do Jornal do Commercio (e pode ser lida neste link).

livro_richard_marin

28.08.2010 - 23:16

Guilherme Fiuza analisa um escândalo de declaração feita em comício no Recife

O jornalista e escritor Guilherme Fiuza, em seu blog, analisa uma fala de Lula em recente comício no Recife. É típico de ditaduras querer anular, esmagar, calar, reduzir a pó a oposição. Em suas palavras: “Lula está anunciando um “organismo” político para neutralizar o Congresso Nacional. É o presidente da República, de viva voz, avisando que as regras da democracia não servem mais. Quer usar a ligação direta com as massas para enquadrar o Senado. O mais famoso autor de uma idéia desse tipo foi o führer Adolf Hitler.” Do artigo “A ditadura Dilma”.

28.08.2010 - 19:01

Engolindo sapos com Nós Pós

Da assessoria do evento:

Produtora Nós Pós executa 3ª edição do projeto Engolindo Sapos
A produtora Nós Pós apresenta, dia 01/09/2010, a terceira edição do projeto Engolindo Sapos, no Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 – Boa Vista), às 19h30. O evento fecha a trilogia de diálogos sob o tema “Os contemporâneos e suas misturas – experiências e experimentos”.

O bate papo – que terá um momento de participação do público – desta vez será com Marcelo Sena, bacharel em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, bailarino, coreógrafo, professor de dança e músico, fundador e diretor da companhia de dança Cia. Etc.;  Renata Pimentel, Doutora em Teoria da Literatura, que dedica-se a pesquisas nas áreas de literatura, com ênfase em brasileira e latinoamericana, crítica textual, teoria literária, dramaturgia e tem trabalhos, também, ligados à área de dança; e o jornalista, poeta e compositor Marco Polo (ex-Ave Sangria e atualmente editor da revista Continete Multicultural).

Na ocasião a Cia. Etc. estará comercializando a Coletânea 10 Anos, composta pelo livro Pele e Ossos, que contém textos produzidos por Giorrdani Gorki (Kiran), José W Junior e Marcelo Sena durante a Pesquisa Prática Pele e Ossos e o DVD do projeto de 10 anos da Cia. Etc. (contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2007), que reúne o registro audiovisual dos três espetáculos apresentados no projeto: Silêncio (2004), Corpo-Massa: Pele e Ossos (2007) e Imagens Não Explodidas (2008), do documentário Dança Aí! e de três produções de videodanças: Súbito (2009), Sobre (2009) e Maxixe (2010).

O projeto Engolindo Sapos, que acontece mensalmente no Espaço Pasárgada, tem apoio da Fundarpe, UBE-PE, site Vetor Cultural e DFeijó Fotografia.

Projeto Engolindo Sapos – parte III
Dia 01/09/2010 (quarta-feira) – 19h30
Espaço Pasárgada (Rua da União, 263 – Boa Vista)
Entrada gratuita

26.08.2010 - 13:11

Lula e a sua briga com os fatos

Clóvis Rossi comenta, na Folha hoje, declarações de Lula feitas em palanques. Ele pode ter 110% de apoio, mas mentiroso tem que ser chamado de mentiroso se assim o procede. A dica que ele deu no final deveria valer para os jornalistas de fontismo oficial, que alguns colocam como exemplo Kennedy Alencar, que dizem publicar o que lhe é soprado. Nem sempre é o caso, e nem interessa personalizar, mas é bom lembrar que matéria em off (como “fontes do Planalto”) deve ser reduzida ao mínimo e nunca para alguma coisa a favor do governo. Assim, dá a impressão de que é notícia plantada.

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CLÓVIS ROSSI

Lula inventou uma fábula

SÃO PAULO – Para não dizer que o presidente Lula mentiu sobre o que aconteceu no almoço de 2002 nesta Folha, em que se sentiu discriminado, digamos que ele contou uma fábula, com escasso parentesco com a realidade.
Para começar, o único presidente norte-americano que frequentou a conversa não foi Bill Clinton, jamais mencionado, ao contrário do que diz Lula, mas Abraham Lincoln. Foi Otavio Frias Filho, diretor de Redação, quem lembrou que Lincoln também não tivera educação superior, o que não impediu que fizesse um bom governo.
Depois dessa observação nada discriminatória, Otavio perguntou por que Lula não se preocupou em estudar mais, depois de ter se estabelecido na vida, como dirigente sindical primeiro e como líder partidário depois.
Lula não respondeu nada, ao contrário da fábula que conta agora. Limitou-se a dizer que se sentia desrespeitado e que, por isso, não responderia. A conversa ainda transitou por outros temas durante um tempo até que Otavio voltou a perguntar, agora sobre a ligação do PT com o fisiologismo.
De novo, Lula não respondeu, a não ser para dizer que não tinha culpa de que não estivesse bem nas pesquisas o candidato do diretor de Redação (do qual não deu o nome). Levantou-se e foi embora.
A reação do então candidato foi tão mais estranha porque, dias antes, Miriam Leitão fizera pergunta parecida e Lula dera uma resposta esperta: nenhuma universidade prepara alguém para ser presidente da República.
O que incomoda nesse episódio não é ele em si, menor. É a fabulação que o presidente faz em torno do que aconteceu. Por acaso, eu estava no almoço e sei perfeitamente o que se disse e o que não se disse. Como posso confiar em que Lula não fabula também ao relatar encontros com políticos ou governantes estrangeiros?
crossi@uol.com.br

24.08.2010 - 10:56

Vocação, por Reinaldo Azevedo

O jornalista Reinaldo Azevedo acaba de receber o título de cidadão emérito de Dois Córregos, a sua cidade natal em São Paulo. No final do texto em que ele relata o evento, há esse trecho que revela desde cedo a disposição para o trabalho de jornalista e crítico cultural e político:
“Há muitos tempo, eu tinha uns 13, 14 anos,  ao lado de um fogão de lenha, com o fogo já apagado, mas o carvão ainda em brasa, meu avô materno — Terenciano —  interrompeu a minha leitura e perguntou o que eu iria fazer da vida: “Vou escrever”. Ele se preparava para ir para a cama. Desfez o nó da corrente do relógio de bolso, caminhou para a sala de jantar e pendurou-o num ganchinho que havia na parede, como fez a vida inteira. E de lá me disse:
— Escrever é bom! Até amanhã!
— A benção, vô!
— Deus te abençoe!

Aquele relógio segue na parede da minha memória. E talvez eu só seja,  lembrando de novo Drummond,  um “menino antigo”.
Minha grantidão a quantos me proporcionaram uma noite tão feliz!

“Escrever é bom!”
Por Reinaldo Azevedo”

24.08.2010 - 07:31

Inscrições abertas para colóquio sobre arte, psicanálise e literatura

Da assessoria de imprensa:

Inscrições abertas para colóquio sobre arte, psicanálise e literatura

Estão abertas as inscrições para o colóquio Arte, Psicanálise e Literatura, promovido pela associação Traço Freudiano Veredas Lacanianas Escola de Psicanálise. O evento será realizado nos dias 27 e 28 de agosto, no Memorial de Medicina, e será ministrado pela professora da Universidade de Brasília, Tania Rivera.

O principal objetivo do colóquio é levar a estudantes e profissionais das áreas envolvidas (psicologia, psicanálise, artes plásticas, cinema, literatura) e demais interessados nos temas os assuntos que já são discutidos nos grupos de Arte e Psicanálise e da Oficina de Criação Literária Clarice Lispector, que mantém reuniões semanais na sede do Traço, em Casa Forte.

O Colóquio será dividido em duas partes. No dia 27, das 19h30 às 21h30, será ministrada a palestra “Sujeitos à deriva – Psicanálise e Literatura”, onde a professora Tania Rivera irá explorar, especialmente a partir de Stéphane Mallarmé e Guimarães Rosa, os contrapontos entre produção literária e psicanalítica na construção do sujeito contemporâneo como aquele que, não tendo lugar fixo, uma vez descentrado pelo inconsciente, atua e performa sua deriva, reproduzindo-a textualmente.

Já na segunda etapa, no sábado (dia 28, das 9h às 12h), Tania Rivera irá ministrar a palestra “Sobre o comum – A Psicanálise na Cultura”, onde será abordada a psicanálise como crítica cultural, pondo em questão a configuração dos modos e costumes de seu tempo. Em diálogo com as artes, ela pode recolocar a questão da relação entre sujeito e cultura, de modo a refletir sobre as bases onde ambos se constituem e as possibilidades de construção de um comum entre os homens.

Serviço:

Colóquio Arte, Psicanálise e Literatura

Local: Memorial de Medicina (Rua Amaury de Medeiros, 206 – Derby)

Datas e horários: 27/08, das 19h30 às 21h30; 28/08, das 9h às 12h.

Inscrições: R$ 80,00 (profissionais) e R$ 40,00 (estudantes)

Informações: 3265.5705.

23.08.2010 - 21:05

Audiolivro de cordel

Cordel também em audiolivro, de autoria de Abdias Campos. Agora está disponível online “Meu cordelzinho de histórias”. São oito histórias infantis, uma delas disponível nesta matéria do JC Online.

22.08.2010 - 11:42

Avaliação do Positivo Alfa, leitor de livros digitais

positivo_alfa

A Positivo lançou, recentemente, o primeiro leitor de livros digitais com tecnologia tinta eletrônica (que você não sente a diferença entre ler um papel e ler no aparelho), o Positivo Alfa. Ainda não está claro se é um aparelho nacional ou um chinês “nacionalizado” (essa expressão lembra whisky nacional!), mas tem um design bonito e vem com o dicionário Aurélio embutido. O blog Garota sem Fio fez uma avaliação do aparelho, com um bom texto e várias fotos. Pelo que diz lá, é lento e tem menor contraste, mas como ponto positivo é a duração da bateria e a tela sensível ao toque.

Em breve faço ainda a avaliação do Nook, da Barnes and Nobles, o aparelhinho que adquiri.

(Renato Lima)

20.08.2010 - 15:46

Funk é alta cultura

Olavo Bilac, Platão, Ulisses, Weber, Goethe, George Orwell entre outros neste funk, da MTV.

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