Café Colombo

Café Colombo na Imprensa

Confira aqui um clipping de notícias publicadas na imprensa sobre o Programa Café Colombo desde o lançamento do programa em 2002

03.08.2008 - 13:48

Lembre-se

Dia-a-dia - Jornal do Commercio - 03/08/2008

O Café Colombo, que vai ao ar na Universitária FM, hoje às 14h, chega ao 6º ano de atividades. Para comemorar, a equipe do programa convidou o apresentador do Opinião Pernambuco (TVU), Cristiano Ramos, para comandar a edição especial de hoje. Na pauta, uma entrevista com os integrantes do Café.

27.07.2008 - 12:38

Folha de Pernambuco destaca incubação do Café Colombo

7/27/2008
Projetos não ficam só em tecnologia

Ao contrário do que muitos pensam, o processo de incubação não é apenas destinado às empresas da área de Tecnologia. Em Pernambuco, existem empresas incubadas das mais diversas áreas, cabe ao empresário pesquisar qual a que se adequa melhor ao perfil da sua empresa. Um exemplo de empresa incubada da área de Comunicação é o programa de rádio Café Colombo. Desde 2002 o programa passou a fazer parte da incubadora do Néctar (vinculada à Universidade Federal de Pernambuco - UFPE).

“Ao sair da faculdade, nós tínhamos um projeto de um programa para falar sobre livros. Então nós apresentamos esse projeto ao Néctar, eles gostaram da idéia e nos tornaram incubados”, explica o administrador e sócio do Café Colombo, Marcelo Sandes. Ao ser incubado, o grupo, formado por cinco pessoas, passou a receber apoio para a realização do projeto e ainda a participação em capacitações.

Outro exemplo é encontrado na Ostravitta, empresa especializada na depuração de ostras, que faz parte da Incubatec (vinculada à Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE). “Há dois anos eu fiquei sabendo que a UFRPE estava com inscrições abertas para incubação e resolvi, junto com minha sócia, inscrever o nosso projeto de depuração de ostras”, explica o sócio da empresa Frederico Cardoso. Desde então a Ostravitta se tornou incubada e os sócios passaram a ter um espaço para comercializar o produto.

05.07.2008 - 17:39

300 Cafés

O Café Colombo, programa sobre livros da Universitária FM (99,9 Mhz) e parceiro do Jc Online (www.cafecolombo.com.br), atinge a marca de 300 entrevistas gravadas. No ano passado, lançaram o livro “Conversas no Café”. E, este ano, a turma que comanda o programa promete mais novidades. Pra ficar de olho!

Dia-a-dia - Roberta Jungmann - JC - 04/07/08

29.07.2007 - 22:03

Eça de Queiroz no Café Colombo

No primeiro domingo de junho - depois de um almoço a “Duas Quintas” com o chanceler Vieira e Belo e as nossas “Anas”, já à hora do sorvete, na Santo Doce, ao lado Flavinha e da surrealista estátua de Salvador Dali, de Badida -, telefonou-me o jornalista Renato Lima, convidando para entrevista no programa “Café Colombo”. Ouvinte assíduo da Universitária FM - do “Bom dia”, de José Mário Austregésilo, à música erudita de Silas da Costa e Silva, passando pela fidelidade telúrica de Hugo Martins ao frevo - e, mais recentemente, do próprio “Café”, lá estive, no sábado seguinte, para descontraída conversa que até pareceu de velhos amigos, com Marcelo Correia e Eduardo Maia (para lembrar o personagem central do eciano clássico), sobre meu tema preferido.

Antes e durante a entrevista muito se falou sobre Eça. Retrospectiva histórica da Sociedade, a partir dos fundadores Paulo Cavalcanti e Silvino Lopes. Os “Jantares Ecianos”. A apresentação (orelhas) de Eça de Queiroz - Retratos de memória, pelo engenheiro PelópidasSilveira, à época, presidente; hoje, presidente emérito do grêmio. A recepção literária de Eça no Brasil, por Pernambuco, através de Goiana, com “As Farpas”, em 1872. Meu ensaio sobre o tema publicado como prefácio a Uma Campanha Alegre, na Obra Completa, coordenada por Beatriz Berrini, para a editora Nova Aguilar. O mesmo ensaio no Boletim Cultural da Póvoa de Varzim, com direito a separata. Os verbetes que escrevi para o Dicionário de Eça de Queiroz, do arquiteto Alfredo Campos Matos. Os dois últimos, de Portugal.

Outro assunto foi o lançamento da segunda edição de A Cidadela do Espírito - Considerações sobre a arte sacra na obra de Eça de Queiroz, que aconteceu em 10 de julho, no Centro de Estudos Paulino Romeira de Sá Ferreira (biblioteca), do Real Hospital Português. A Cidadela merecera, pouco antes, erudito e generoso artigo do jornalista e escritor Homero Fonseca - que não conhecia pessoalmente - editor da conceituada revista.

Já que o assunto vem sendo mídia - rádio e revista - e a epistolografia é, talvez, o mais antigo meio de comunicação, sirvo-me do jornal para agradecer recente carta de conhecida e premiada escritora de Garanhuns, leitora dos meus despretensiosos escritos, em que comenta o roteiro histórico e sentimental da antiga capital do Piauí. “A pesquisa - escreveu ela - é, realmente, um Passeio a Oeiras. A gente percorre com a mente o que o autor percorre na ternura, na saudade e, por isso, torna-se poesia. Como é bom saber que há quem ame “son pays” como os franceses amam à terra natal, o recanto onde se nasce. Perdoe-me a demora em dizer-lhe obrigada. Na verdade não encontrava as palavras justas, para falar do seu livro. Será que porventura serão encontradas? Na alegria de um Passeio a Oeiras, Luzinette”. Sim, você as encontrou, professora Luzinette Laporte. Muito obrigado.

O outro registro que esta página se propõe é o do aparecimento, no livro coletivo Pimenta rosa, de contos e poemas (Edições Bagaço, 2006), da confreira - da Sociedade Eça de Queiroz - Ina Melo, com os bons textos “A iniciação” e “A visita”. Há um toque de neo-realismo - possível e justificável em leitores e admiradores de Eça - nesses escritos. Há, nas entrelinhas, memória também. Ina Melo que se diz “apaixonada por vinho, amor e Paris”, é sócia da União Brasileira de Escritores - secção de Pernambuco e pertence à Academia Internacional de Literatura e Artes. Tem sólida formação humanística e boa cultura geral. Publicou os livros: Simone de Beauvoir - Mulher lúcida e livre, e Sonhos em dueto. Participou das coletâneas: Contos e crônicas inesquecíveis, Contistas do terceiro milênio, e Poetas do século XXI. No prelo, Passageiros do tempo (contos).

A elas, o reconhecimento eciano do cronista.

Diário de Pernambuco - 27/07/2007

19.07.2007 - 11:10

A “cafeína” por trás dos livros

LITERATURA
A “cafeína” por trás dos livros
Publicado em 19.07.2007
O programa Café Colombo lança livro que comemora mais de 200 veiculações, provando que é possível falar sobre literatura no rádio

A Rua Gonçalves Dias, no coração do Rio de Janeiro, guarda um dos capítulos mais importantes da história cultural do Brasil. Na Confeitaria Colombo, os intelectuais da então capital do País se reuniam para discutir a cultura e os rumos de um Brasil que dava os primeiros passos ao encontro da sua identidade. O espaço foi fundado em 1894. Ainda hoje, quem visita a cidade pode conferir o clima dessa época. No segundo andar, móveis, cristais, louças e plantas arquitetônicas originais levam o visitante a uma viagem no tempo.
A Confeitaria Colombo foi o enclave brasileiro da relação café (ou qualquer outro precioso líquido)/ discussão de idéias, conceito que a Europa cravou no nosso imaginário. Pois um grupo de fãs de literatura em Pernambuco, em 2002, tomou emprestada a história da Confeitaria Colombo e criou a sua própria utopia literária, o programa Café Colombo, que desde então é transmitido num outro veículo, igualmente utópico para esse tipo de proposta, o rádio.

Com mais de 200 programas exibidos todos os domingos pela Universitária FM 99,9 MHz, o grupo à frente do projeto (formado por Eduardo César Maia, Ketinaldo José, Marcelo Sandes, Marcelo Correia e Renato Lima) resolveu transformar as melhores entrevistas em livro: é o Conversas no café - uma seleção de entrevistas do Café Colombo, que tem noite de autógrafos hoje, a partir das 19h, na Livraria Cultura.

A “cafeína” do quinteto foi usada para extrair revelações de nomes como Marcelino Freire, Raimundo Carrero, Marco Lucchesi, Xico Sá, Eduardo Bueno, Ronaldo Correia de Brito, Alex e Ivanildo Sampaio, os dois últimos, respectivamente, colunista e diretor de redação do JC. A apresentação da obra ficou a cargo de Ronaldo Correia de Brito.

Alex, por exemplo, fala da repressão que seu trabalho sofreu durante os anos de 1960. “Eu sofri terrivelmente. Antes de 1964, eu estudei na Faculdade de Direito e, então, em todas as faculdades, eles faziam trotes e saíam com aquelas faixas enormes pelas ruas, falando sobre tudo, os estudantes pintados e tudo mais.”

Em outro momento, Xico Sá lembra a primeira vez que foi traído: “Eu lembro que saí lá do Derby para o Parque 13 de Maio, na chuva… Naquele tempo havia aquelas fichas telefônicas e eu, com dois quilos de ficha no bolso, parava em cada orelhão para ligar para a nega e, em cada orelhão, levava uma porrada maior. Quando eu cheguei no 13 de Maio, eu estava no chão, na lama. E é claro que ela estava com outro na hora. Era eu me aproximando da casa dela e ela com temor de que eu fosse até lá. Só que ela já tinha me comunicado e tudo: não me queria. Era chifre do grande e eu teimando contra aquela minha condição de enganado”.

Já Gilvan Lemos, revela o porquê dele ter dedicado um conto a um ladrão que lhe roubou quase R$ 2 mil, na Ponte Duarte Coelho. Como não conseguiu resgatar o dinheiro (“e eu vou perseguir um rapaz desse para cair morto?”, questionou-se na hora do assalto), a vingança do escritor foi no texto: “para me vingar dele, eu o matei num conto”.

São desses flagras da intimidade que são feitos os melhores momentos de Conversas no café.

Jornal do Commercio - Caderno C - 19/07/2007

 

18.07.2007 - 23:13

Café Colombo 1

Em agosto, o programa Café Colombo comemora o quinto aniversário de conversas literárias nas ondas da rádio Universitária FM. E como presente para seus ouvintes/leitores, nada melhor que o livro “Conversas no Café”, que reúne 22 das melhores entrevistas feitas pelo programa nos últimos quatro anos. Estão lá os escritores Raimundo Carrero, Eduardo Bueno e Marcelino Freire. O lançamento é amanhã, a partir das 19h na Livraria Cultura, que fica ao lado do Paço Alfândega.

Folha de Pernambuco - Programa - 18/07/2007

18.07.2007 - 14:30

Literatura - Café Colombo lança primeira coletânea

Um programa sobre livros, seus lançamentos e novidades. Na produção, profissionais recém-saídos da universidade. Estudantes de jornalismo, direito, publicidade e rádio, apaixonados por literatura, resolveram aproveitar um espaço da UFPE, a Rádio Universitária FM, e criar o Café Colombo. Isso foi há 5 anos. A equipe comprou o horário e, de forma independente, criou uma das referências mais pontuais da literatura em Pernambuco. As participações em eventos oficiais e atuações diversas do Café Colombo confirmam a proposta de movimentação da literatura trazida por Eduardo Maia, Ketinaldo José, Marcelo Correia, Marcelos Sandes e Renato Lima.

Das mais de 200 entrevistas realizadas ao longo desse tempo, os organizadores do programa selecionaram 22 para constar na sua primeira coletânea oficial. Conversas no café - uma seleção de entrevistas do Café Colombo, que tem lançamento nesta terça, às 19h, na Livraria Cultura, vem, portanto, divulgaras idéias e ações dessa equipe para além do espaço ao qual ela foi criada. Segundo Eduardo Maia, a variedade de assuntos que são cobertos pelo programa foi o critério de seleção do material publicado. “Procuramos também misturar o nacional e o local”, destaca. É assim que escritores pernambucanos dividem as páginas com personalidades como Lucas Mendes e Olavo de Carvalho, atuando, respectivamente, como jornalista e acadêmico nos Estados Unidos. É verdade que as atrações locais ganharam vantagem na edição. Há muito mais autores de Pernambuco do que de outras regiões. Mas, pelo menos, a proposta de diversidade procurada pelo equipe comparece no livro.

O Café Colombo é um programa que contempla áreas diversas, como a poesia, a política, a tradução, a filosofia e o jornalismo. Na edição, esses campos do conhecimento estão registrados em entrevistas com autores como Marcelino Freire, Gilvan Lemos, Marco Luchessi, Xico Sá, Luís Reis. Em tempo: o Café Colombo é transmitido aos domingo, às 14h; com reprise, às segunda, às 20h30. Ano passado, a equipe conseguiu com o Funcultura apoio para compor o site que abriga notícias, informações diversas e programas antigos. (Carolina Leão)

Diário de Pernambuco - Viver - 18/07/2007

15.07.2007 - 22:33

Programa

“Café Colombo - o seu programa de livros e idéias”, da Universitária FM, virou livro e gostei muito da idéia. O nome do livro será “Conversas no Café”, com a seleção de 22 entrevistas entre 250 feitas pelo grupo que produz o programa, quando se destaca a ação do companheiro do JC, jornalista Renato Lima.

Alex - Jornal do Commercio - PE

15.07.2007 - 22:25

Memorial para Tolentino

A língua afiada de Bruno Tolentino vai mesmo fazer falta para a literatura brasileira. Pois o poeta está sendo lembrado num especial bem bacana montado no site do clã do Café Colombo, vale acessar pelo www.cafecolombo.com.br

Coluna Escrita - Schneider Carpeggiani - Jornal do Commercio - PE

26.06.2007 - 12:49

Entrevista de Eduardo Cesar Maia para o Jornal do Commercio

Entrevista cedida por Eduardo Cesar Maia, editor da Revista Continente Multicultural e produtor do Programa Café Colombo ao jornalista Schneider Carpeggiani para o Caderno C, do Jornal do Commercio (17.06.2007).

Foto de Vargas Llosa

Em linhas gerais, sobre o que é tua dissertação sobre Vargas Llosa?

Primeiramente, gostaria de enfatizar que minha dissertação de mestrado procura analisar a obra crítica de Mario Vargas Llosa (e não a obra ficcional). Em 2004, no meu projeto de graduação em Jornalismo, fiz uma análise de Vargas Llosa como pensador político; agora, procuro ampliar o entendimento da visão de mundo do autor investigando de que forma suas concepções literárias se enquadram nessa visão “total” das coisas, e de que maneira esses dois lados se relacionam.

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