Café Colombo

Café Colombo no Diario de Pernambuco

Confira aqui um clipping de notícias sobre o Programa Café Colombo publicadas no Diario de Pernambuco

17.06.2009 - 10:52

A Petrobras e a avenida para o totalitarismo

A Petrobras e a avenida para o totalitarismo
por Renato Lima

Este artigo começará com alguns comentários:

“A Petrobras e os brasileiros decentes e bem informados já esperavam essa atitude da Folha. Acho que a direção perdeu a noção do perigo. Ninguém mais a quer, nem sequer para o cocô de seus cachorros. A derrocada se dará muito antes que eles percebam.” – Maria Ferreira – 14/06/09

“Todos os jornalecos dessa chamada “grande mídia”, reclamam da falta de “liberdade de imprensa” mas abusam da mesma mentindo e criando falsos escândalos, demonstrando o total descompromisso com o povo e o Brasil. Deveriam receber severas punições pela extrema falta de compromisso com a verdade, precisamos de uma lei de imprensa mais rigorosa, liberdade sim, para conspirar e falsificar a verdade nunca!” – Evaldo Chaves, 14/06/09

“Esse blog realmente é fantástico. Parabéns pela iniciativa. Parabéns PETROBRAS. Só assim podemos saber como os bandidos jornalista transformam e manipulam informações para derrubar a PETROBRAS.” – Heriveltoli – 15-06/09

“Se o jornalista que datilografou a matéria soubesse o que estava escrevendo, não estaria trabalhando no Valor Econômico, recebendo salário de jornalista. Estaria sim dando assessoria econômica a endinheirados e cobrando muito bem.” – Remindo Sauim – 15/06/09

“Os jornais atendem aos interesses de seus donos e PONTO! Os jornais nao tem nenhum compromisso com a verdade, apenas com o lucro.” – Gilberto – 12/06/09

Esses comentários passaram por moderador e foram publicados no blog que a Petrobras criou para evitar uma CPI que a investigue.

A iniciativa do blog causou muita polêmica por ter começado vazando as perguntas de jornalistas, transformando o “ouvir o outro lado” em estragar o furo jornalístico. O presidente da Petrobras, o petista José Sérgio Gabrielli, defendeu enfaticamente o novo instrumento durante entrevista ao Roda Viva (08-06-09). Uma das linhas de argumentação é correta: trata-se de uma oportunidade para que a empresa publique na íntegra a sua versão daquilo que se lhe pergunta, que por necessidade industrial acaba sendo editada na mídia impressa (a internet não tem esse problema). Depois a empresa recuou, só publicando as perguntas depois que a matéria já foi publicada.

Mas, na mesma entrevista, Gabrielli defendeu que a empresa coloque lá opiniões próprias. Primeira questão: é para empresa estatal ter opinião própria? Temos agora uma empresa cujo objetivo estatutário, além de buscar petróleo, é produzir editoriais? A quem caberia definir a “opinião” da empresa, o presidente de plantão da Petrobras, um indicado político que nem funcionário de carreira é? O partido no poder? E se as mais de 300 estatais começarem a fazer blogs e veicular “opiniões”? Agora a Infraero, Banco da Amazônia e Dataprev teriam opinião formada sobre, sei lá, as eleições no Irã?

É espantoso que tantos comentários (o que foi aí em cima é uma ínfima parte dos vitupérios contra jornalistas e jornalismo de modo geral) sejam aprovados pela moderação.

O que se vê no Blog da Petrobras não são apenas opiniões próprias que denigrem jornalistas. É uma incitação ao ódio, como se lê nos comentários (moderados!). Lá, empresas de comunicação que atuaram por décadas no País perderam “a noção do perigo” e merecem agora “severas punições”. Mas não se trata apenas de ataques a grandes veículos de imprensa, mas até mesmo à profissão de jornalista. Nos comentários (aprovados pela Petrobras!), jornalista é chamado de bandido e fracassado, já que se fossem bons não estariam “recebendo salário de jornalista”.

Nessa profissão eu me formei, trabalho no batente, sou sindicalizado, fiz inúmeras fontes na Petrobras e ganhei prêmio nacional na área de petróleo e gás natural. Vi muita gente na Petrobras que trabalha para o país e outros com extrema preocupação política, a ponto de colocar em risco grandes projetos, como a Refinaria Abreu e Lima. Mas é espantoso o ódio que a companhia demonstra agora com esses questionamentos, a ponto de ironizar o próprio trabalho jornalístico – diante de um constrangedor apoio tácito da ABI e Fenaj.

Em tese, todas as estatais foram criadas para servir a uma necessidade pública e ao Estado brasileiro, não ao partido no poder. E grande parte da correção dos desvios veio graças aos instrumentos de fiscalização, dos quais a imprensa é parte vital. Transformar essas empresas em veículos dotados de opiniões próprias é uma extrapolação perigosíssima, ainda mais com esse trabalho de difamação de quem as fiscaliza. Estamos diante da avenida que vai dar no totalitarismo.

29.07.2007 - 22:03

Eça de Queiroz no Café Colombo

No primeiro domingo de junho – depois de um almoço a “Duas Quintas” com o chanceler Vieira e Belo e as nossas “Anas”, já à hora do sorvete, na Santo Doce, ao lado Flavinha e da surrealista estátua de Salvador Dali, de Badida -, telefonou-me o jornalista Renato Lima, convidando para entrevista no programa “Café Colombo”. Ouvinte assíduo da Universitária FM – do “Bom dia”, de José Mário Austregésilo, à música erudita de Silas da Costa e Silva, passando pela fidelidade telúrica de Hugo Martins ao frevo – e, mais recentemente, do próprio “Café”, lá estive, no sábado seguinte, para descontraída conversa que até pareceu de velhos amigos, com Marcelo Correia e Eduardo Maia (para lembrar o personagem central do eciano clássico), sobre meu tema preferido.

Antes e durante a entrevista muito se falou sobre Eça. Retrospectiva histórica da Sociedade, a partir dos fundadores Paulo Cavalcanti e Silvino Lopes. Os “Jantares Ecianos”. A apresentação (orelhas) de Eça de Queiroz – Retratos de memória, pelo engenheiro PelópidasSilveira, à época, presidente; hoje, presidente emérito do grêmio. A recepção literária de Eça no Brasil, por Pernambuco, através de Goiana, com “As Farpas”, em 1872. Meu ensaio sobre o tema publicado como prefácio a Uma Campanha Alegre, na Obra Completa, coordenada por Beatriz Berrini, para a editora Nova Aguilar. O mesmo ensaio no Boletim Cultural da Póvoa de Varzim, com direito a separata. Os verbetes que escrevi para o Dicionário de Eça de Queiroz, do arquiteto Alfredo Campos Matos. Os dois últimos, de Portugal.

Outro assunto foi o lançamento da segunda edição de A Cidadela do Espírito – Considerações sobre a arte sacra na obra de Eça de Queiroz, que aconteceu em 10 de julho, no Centro de Estudos Paulino Romeira de Sá Ferreira (biblioteca), do Real Hospital Português. A Cidadela merecera, pouco antes, erudito e generoso artigo do jornalista e escritor Homero Fonseca – que não conhecia pessoalmente – editor da conceituada revista.

Já que o assunto vem sendo mídia – rádio e revista – e a epistolografia é, talvez, o mais antigo meio de comunicação, sirvo-me do jornal para agradecer recente carta de conhecida e premiada escritora de Garanhuns, leitora dos meus despretensiosos escritos, em que comenta o roteiro histórico e sentimental da antiga capital do Piauí. “A pesquisa – escreveu ela – é, realmente, um Passeio a Oeiras. A gente percorre com a mente o que o autor percorre na ternura, na saudade e, por isso, torna-se poesia. Como é bom saber que há quem ame “son pays” como os franceses amam à terra natal, o recanto onde se nasce. Perdoe-me a demora em dizer-lhe obrigada. Na verdade não encontrava as palavras justas, para falar do seu livro. Será que porventura serão encontradas? Na alegria de um Passeio a Oeiras, Luzinette”. Sim, você as encontrou, professora Luzinette Laporte. Muito obrigado.

O outro registro que esta página se propõe é o do aparecimento, no livro coletivo Pimenta rosa, de contos e poemas (Edições Bagaço, 2006), da confreira – da Sociedade Eça de Queiroz – Ina Melo, com os bons textos “A iniciação” e “A visita”. Há um toque de neo-realismo – possível e justificável em leitores e admiradores de Eça – nesses escritos. Há, nas entrelinhas, memória também. Ina Melo que se diz “apaixonada por vinho, amor e Paris”, é sócia da União Brasileira de Escritores – secção de Pernambuco e pertence à Academia Internacional de Literatura e Artes. Tem sólida formação humanística e boa cultura geral. Publicou os livros: Simone de Beauvoir – Mulher lúcida e livre, e Sonhos em dueto. Participou das coletâneas: Contos e crônicas inesquecíveis, Contistas do terceiro milênio, e Poetas do século XXI. No prelo, Passageiros do tempo (contos).

A elas, o reconhecimento eciano do cronista.

Diário de Pernambuco – 27/07/2007

18.07.2007 - 14:30

Literatura – Café Colombo lança primeira coletânea

Um programa sobre livros, seus lançamentos e novidades. Na produção, profissionais recém-saídos da universidade. Estudantes de jornalismo, direito, publicidade e rádio, apaixonados por literatura, resolveram aproveitar um espaço da UFPE, a Rádio Universitária FM, e criar o Café Colombo. Isso foi há 5 anos. A equipe comprou o horário e, de forma independente, criou uma das referências mais pontuais da literatura em Pernambuco. As participações em eventos oficiais e atuações diversas do Café Colombo confirmam a proposta de movimentação da literatura trazida por Eduardo Maia, Ketinaldo José, Marcelo Correia, Marcelos Sandes e Renato Lima.

Das mais de 200 entrevistas realizadas ao longo desse tempo, os organizadores do programa selecionaram 22 para constar na sua primeira coletânea oficial. Conversas no café – uma seleção de entrevistas do Café Colombo, que tem lançamento nesta terça, às 19h, na Livraria Cultura, vem, portanto, divulgaras idéias e ações dessa equipe para além do espaço ao qual ela foi criada. Segundo Eduardo Maia, a variedade de assuntos que são cobertos pelo programa foi o critério de seleção do material publicado. “Procuramos também misturar o nacional e o local”, destaca. É assim que escritores pernambucanos dividem as páginas com personalidades como Lucas Mendes e Olavo de Carvalho, atuando, respectivamente, como jornalista e acadêmico nos Estados Unidos. É verdade que as atrações locais ganharam vantagem na edição. Há muito mais autores de Pernambuco do que de outras regiões. Mas, pelo menos, a proposta de diversidade procurada pelo equipe comparece no livro.

O Café Colombo é um programa que contempla áreas diversas, como a poesia, a política, a tradução, a filosofia e o jornalismo. Na edição, esses campos do conhecimento estão registrados em entrevistas com autores como Marcelino Freire, Gilvan Lemos, Marco Luchessi, Xico Sá, Luís Reis. Em tempo: o Café Colombo é transmitido aos domingo, às 14h; com reprise, às segunda, às 20h30. Ano passado, a equipe conseguiu com o Funcultura apoio para compor o site que abriga notícias, informações diversas e programas antigos. (Carolina Leão)

Diário de Pernambuco – Viver – 18/07/2007

11.10.2005 - 20:08

Bienal promete bons debates

Carolina Leão

Jornalista e apresentador cobiçado pelo público feminino, em sua maioria, Pedro Bial é o destaque desta terça na V Bienal Internacional do livro de Pernambuco, que acontece até o próximo domingo, a partir das 16h, no pavilhão do Centro de Convenções.

Bial esteve recentemente na cidade por ocasião da homenagem aos 80 anos do poema Evocação do Recife, de Manuel Bandeira. Hoje, ele fala sobre dois dos seus lançamentos literários em 2005: a biografia do empresário Roberto Marinho e a coletânea de
textos sobre soníferos e outros aditivos usados em prol de uma vida menos ansiosa, intitulada Tarja Preta.

A presença do Global é, sem dúvida, a grande atração do evento, que ainda recebe a designer Moema Cavalcanti numa palestra sobre o processo de composição visual de um livro.

O quinto dia da mostra reserva também palestras que prometem discussões interessantes. No auditório Manuel Bandeira, um encontro no mínimo instigante: “o feio na literatura brasileira”. Quem participa da mesa, a partir das 15h, são os professores Cristine Rufino Dabat (UFPE) e Janilto Andrade (Unicap). No Café Continente, o projeto Bem dita poesia traz, às 19h, os poetas Lau Siqueira e Jussara Salazar; além da presença de Marcelino Freire que às 10h ministra sua oficina sobre narrativas breves.

Às 20h, o autor conversa com o público da Bienal no Café Colombo.

Ontem, destacando a participação francesa, celebrada na feira, o auditório Manuel Bandeira recebeu escritores e filósofos como Monique Marie Lelis, Anne Sauvagnarques, Christine Buci-Gluksmann, Pierre Héber-Suffrin e Lourival Holanda. Estes últimos abordaram a obra O Homem Revoltado de Albert Camus. A palestra foi confusa. Primeiro, a localização do espaço não facilita a compreensão sonora do palestrante. O grande número de estudantes e o barulho causado pelo tumulto das escolas prejudica a fluência da discussão. Corta a espontaneidade e diminui a concentração.

Outro problema foi a demora na chegada dos rádios que transmitem a tradução simultânea do francês para o português. Por outrolado, o tema foi mau aproveitado. Ao final, tinha-se a angustiante sensação de se querer debater um grande número de elementos (estéticos, políticos e filosóficos) da literatura de Camus, em menos de uma hora de palestra. Impossível. O foco é um dos pré-requisitos de qualquer retórica.

09.10.2005 - 20:10

Poesia contemporânea tem espaço na Bienal

Difícil concorrência a da poesia com a literatura ficcional. Esta, bem ou mal, corre a toda no mercado e na vida com sua narrativa dinâmica; enquanto a primeira, um dos primeiros gêneros estéticos da civilização, exige, além de concentração, abstração.

No Brasil, a poesia já viveu momentos mais prolíficos. Perdeu espaço para o romance urbano, moda na virada da década de 80. Depois de um período de entressafra volta a ser destaque da crítica cultural e, por que não, nas livrarias. As configurações e os destaques do processo poético não poderiam, portanto, deixar de integrar a V edição da Bienal Internacional do Livro de pernambuco. Neste ano, a programação abre espaço para a discussão com professores, críticos, poetas e novas edições.

Um dos lançamentos mais aguardados do evento nessa área é o livro Ciao, cadáver, de Delmo Montenegro. Ele, que organizou as duas edições da coletânea Invenção Recife, integrou a edição comemorativa de 60 anos de nascimento do poeta Paulo Leminski com um instigante ensaio sobreCatatau, o romance-experimento do escritor curitibano. Ciao, Cadáver tem publicação pela editora Landy através da coleção Alguidar – dirigida pelo poeta Frederico Barbosa, pernambucano radicado em São Paulo que também consta na mostra com a oficina Poética da linguagem.

A Alguidar, aliás, editou a estréia de Micheliny Verunsch – poeta de Arcoverde e finalista do prêmio literário Portugal Telecom no ano passado. “O livro (Ciao Cadáver) é mais uma pequena vitória para a nova geração de escritores pernambucanos. Estamos conseguindo aos poucos cavar o nosso espaço”, afirma Delmo que se prepara para a maratona de divulgação do livro a ser realizada no último dia da Bienal (no próximo domingo, 16, às 17h).

O Café Colombo, que faz parte da programação do espaço Café Continente, articula debates sobre o tema no projeto Bem Dita poesia. Neste domingo, vão estar no local os pernambucanos César Leal, Angelo Monteiro, Débora Brennand, Esman Dias e o convidado especial Affonso Romano de Santana – acompanhado da esposa Marina Colasanti, que conversa com o público na quinta, 14.

Já Fábio Andrade e Jacineide Travassos, ambos professores universitários e ensaístas, que participaram da Invenção Recife, marcam presença com o curitibano Fabrício Carpinejar, no debate que ocorre, respectivamente, no Café Continente e no auditório Manuel Bandeira, no sábado, 15. Na Bienal, passarão ainda nomes expressivos da poesia contemporânea brasileira. O paraibano Antônio Mariano de Lima, promessa do gênero em 2005, lança o Guarda-chuva dos esquecidos pela Editora Lamparina.

A feira também recebe a artista plástica e poeta Jussara Salazar, pernambucana radicada em Curitiba, onde tem se destacado na edição da cultuada revista ET Cetera.

02.10.2004 - 12:19

Conflitos peruanos no Café Colombo

O programa Café Colombo (Universitária FM, 99,9Mhz) deste domingo traz uma conversa com Rosana Bond, autora do livro Peru – Do Império dos Incas ao Império da Cocaína. Em seu trabalho mais recente, a escritora retoma a discussão dos conflitos da sociedade peruana e faz uma abordagem histórica que chega até os dias atuais. Vai ao ar às 14h.

20.08.2004 - 12:22

Políticas de leitura em debate

A programação de hoje do 2º Festival Recifense de Literatura apresenta, a partir das 10h, no auditório da Livraria Cultura, duas mesas redondas sobre políticas de leitura e três sobre os rumos da produção literária contemporânea.

O debate sobre políticas de leitura começa às 10h, com Virgínia Leal (coordenadora), Edla Soares (secretária de Educação do Recife), Carminha Bandeira (Centro Luiz Freire), além de representantes do Projeto Arca das Letras e do Itaú Social.

Leia a matéria completa

25.01.2004 - 12:51

Literatura – Café Colombo recebe Fernando Menezes

O programa Café Colombo, da Rádio Universitária FM (99,9 Mhz), recebe hoje, às 14h, o escritor e jornalista Fernando Menezes, que está lançando o livro Divirta-se e Aprenda (editora Construir). Na publicação, ele apresenta informações e curiosidades sobre fatos históricos e notáveis, de forma leve e divertida. Na seção Minha Leitura, quem vai recomendar um livro aos ouvintes é o jornalista Caco Barcelos. No programa, apresentado por Renato Lima e Marcelo Sandes, ainda há os melhores lançamentos de livros da semana e a agenda de eventos ligados ao mercado literário.

03.01.2004 - 12:52

Café Colombo reedita o melhor de 2003

As melhores entrevistas do Café Colombo durante o ano de 2003 vão ao ar neste domingo, a partir das 14h, na Rádio Universitária (99,9 Mhz). Da cobertura da Bienal do Livro no Rio de Janeiro e em Pernambuco a conversas com escritores e políticos, o programa de livros e idéias resume os momentos mais relevantes do ano que passou. O Café Colombo, que está sendo transmitido desde agosto de 2002, é apresentado por Renato Lima e Marcelo Sandes.

19.10.2003 - 12:55

Fernando Monteiro fala no Café Colombo

Armada América e seu autor, Fernando Monteiro, são destaques do Café Colombo deste domingo, que a rádio Universitária FM (99,9Mhz) transmite às 14h. No livro, Monteiro se apropria de alguns dos mitos ianques – JFK, F. Scott Fitzgerald – e os recria numa afinada mescla de ficção e realidade. O programa é comandado por Renato Lima e Marcelo Sandes.

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