Café Colombo

Café Colombo na Imprensa

Confira aqui um clipping de notícias publicadas na imprensa sobre o Programa Café Colombo desde o lançamento do programa em 2002

17.06.2006 - 19:55

Coluna Dia a Dia

O Café Colombo de amanhã, na Rádio Universitária, às 14h, recebe o professor Carlos Bartolomeu, que lançou o livro Testemunho de atores: um panorama do teleteatro da TV Jornal do Commercio.

18.02.2006 - 20:00

Teles no Café

Amanhã, o crítico musical e jornalista deste JC José Teles é o convidado do Café Colombo, às 14h, na Rádio Universitária FM (99,9 Mhz). Teles acaba de lançar o livro Siri na Lata: 30 anos de anarquia, folia & negócio$. Ele revela que usou o bom humor como base para escrever a história do bloco anárquico e político. “E não poderia ser diferente”, comenta.

17.02.2006 - 20:00

Coluna Repórter JC

O crítico musical deste JC, José Teles, será o destaque do Café Colombo – o seu programa de livros e idéias, domingo, às 14h, na Rádio Universitária. Ele acaba de lançar o livro Siri na lata: 30 anos de anarquia, folia & negócio$. Teles confessa não gostar de Carnaval, mas revela que “ia de vez em quando” ao Siri.

07.01.2006 - 20:01

Olavo de Carvalho

O Café colombo de amanhã reprisa a entrevista com polêmico filósofo e escritor Olavo de Carvalho. Especialista em Aristóteles, ele fala sobre a sua admiração pelos poetas pernambucanos Ângelo Monteiro e Alberto da Cunha Melo. O programa vai ao ar às 14h na Rádio Universitária FM (99,9 Mhz).

01.01.2006 - 20:04

Coluna Repórter JC

Mensalão, crise política, CPIs, crescimento medíocre na economia. Harold Pinter como Nobel de Literatura, Bienais do Rio de Janeiro e de Pernambuco. Esses são alguns dos temas que serão debatidos pela equipe do Café Colombo durante programa especial de retrospectiva de 2005. Hoje, às 14h, na Rádio Universitária FM (99,9 Mhz).

23.12.2005 - 20:05

Coluna Repórter JC

O Café Colombo entrevista a mestra em direito Sídia Maria Porto Lima ao lançar o livro Prestação de contas e financiamento de campanhas eleitorais. Domingo, às 14h, na Rádio Universitária FM.

04.11.2005 - 20:06

Coluna Repórter JC

O Café Colombo vai ao ar, domingo às 14h, na Rádio Universitária FM, com reapresentação na segunda, às 20h30, com uma entrevista com o jovem diplomata Alexandre Vidal Porto, que acaba de lançar o romance Matias na cidade (Record). Ele é diplomata de carreira e mestre em direito pela Universidade de Harvard.

11.10.2005 - 20:08

Bienal promete bons debates

Carolina Leão

Jornalista e apresentador cobiçado pelo público feminino, em sua maioria, Pedro Bial é o destaque desta terça na V Bienal Internacional do livro de Pernambuco, que acontece até o próximo domingo, a partir das 16h, no pavilhão do Centro de Convenções.

Bial esteve recentemente na cidade por ocasião da homenagem aos 80 anos do poema Evocação do Recife, de Manuel Bandeira. Hoje, ele fala sobre dois dos seus lançamentos literários em 2005: a biografia do empresário Roberto Marinho e a coletânea de
textos sobre soníferos e outros aditivos usados em prol de uma vida menos ansiosa, intitulada Tarja Preta.

A presença do Global é, sem dúvida, a grande atração do evento, que ainda recebe a designer Moema Cavalcanti numa palestra sobre o processo de composição visual de um livro.

O quinto dia da mostra reserva também palestras que prometem discussões interessantes. No auditório Manuel Bandeira, um encontro no mínimo instigante: “o feio na literatura brasileira”. Quem participa da mesa, a partir das 15h, são os professores Cristine Rufino Dabat (UFPE) e Janilto Andrade (Unicap). No Café Continente, o projeto Bem dita poesia traz, às 19h, os poetas Lau Siqueira e Jussara Salazar; além da presença de Marcelino Freire que às 10h ministra sua oficina sobre narrativas breves.

Às 20h, o autor conversa com o público da Bienal no Café Colombo.

Ontem, destacando a participação francesa, celebrada na feira, o auditório Manuel Bandeira recebeu escritores e filósofos como Monique Marie Lelis, Anne Sauvagnarques, Christine Buci-Gluksmann, Pierre Héber-Suffrin e Lourival Holanda. Estes últimos abordaram a obra O Homem Revoltado de Albert Camus. A palestra foi confusa. Primeiro, a localização do espaço não facilita a compreensão sonora do palestrante. O grande número de estudantes e o barulho causado pelo tumulto das escolas prejudica a fluência da discussão. Corta a espontaneidade e diminui a concentração.

Outro problema foi a demora na chegada dos rádios que transmitem a tradução simultânea do francês para o português. Por outrolado, o tema foi mau aproveitado. Ao final, tinha-se a angustiante sensação de se querer debater um grande número de elementos (estéticos, políticos e filosóficos) da literatura de Camus, em menos de uma hora de palestra. Impossível. O foco é um dos pré-requisitos de qualquer retórica.

09.10.2005 - 20:10

Poesia contemporânea tem espaço na Bienal

Difícil concorrência a da poesia com a literatura ficcional. Esta, bem ou mal, corre a toda no mercado e na vida com sua narrativa dinâmica; enquanto a primeira, um dos primeiros gêneros estéticos da civilização, exige, além de concentração, abstração.

No Brasil, a poesia já viveu momentos mais prolíficos. Perdeu espaço para o romance urbano, moda na virada da década de 80. Depois de um período de entressafra volta a ser destaque da crítica cultural e, por que não, nas livrarias. As configurações e os destaques do processo poético não poderiam, portanto, deixar de integrar a V edição da Bienal Internacional do Livro de pernambuco. Neste ano, a programação abre espaço para a discussão com professores, críticos, poetas e novas edições.

Um dos lançamentos mais aguardados do evento nessa área é o livro Ciao, cadáver, de Delmo Montenegro. Ele, que organizou as duas edições da coletânea Invenção Recife, integrou a edição comemorativa de 60 anos de nascimento do poeta Paulo Leminski com um instigante ensaio sobreCatatau, o romance-experimento do escritor curitibano. Ciao, Cadáver tem publicação pela editora Landy através da coleção Alguidar – dirigida pelo poeta Frederico Barbosa, pernambucano radicado em São Paulo que também consta na mostra com a oficina Poética da linguagem.

A Alguidar, aliás, editou a estréia de Micheliny Verunsch – poeta de Arcoverde e finalista do prêmio literário Portugal Telecom no ano passado. “O livro (Ciao Cadáver) é mais uma pequena vitória para a nova geração de escritores pernambucanos. Estamos conseguindo aos poucos cavar o nosso espaço”, afirma Delmo que se prepara para a maratona de divulgação do livro a ser realizada no último dia da Bienal (no próximo domingo, 16, às 17h).

O Café Colombo, que faz parte da programação do espaço Café Continente, articula debates sobre o tema no projeto Bem Dita poesia. Neste domingo, vão estar no local os pernambucanos César Leal, Angelo Monteiro, Débora Brennand, Esman Dias e o convidado especial Affonso Romano de Santana – acompanhado da esposa Marina Colasanti, que conversa com o público na quinta, 14.

Já Fábio Andrade e Jacineide Travassos, ambos professores universitários e ensaístas, que participaram da Invenção Recife, marcam presença com o curitibano Fabrício Carpinejar, no debate que ocorre, respectivamente, no Café Continente e no auditório Manuel Bandeira, no sábado, 15. Na Bienal, passarão ainda nomes expressivos da poesia contemporânea brasileira. O paraibano Antônio Mariano de Lima, promessa do gênero em 2005, lança o Guarda-chuva dos esquecidos pela Editora Lamparina.

A feira também recebe a artista plástica e poeta Jussara Salazar, pernambucana radicada em Curitiba, onde tem se destacado na edição da cultuada revista ET Cetera.

04.10.2005 - 20:16

Coluna Escrita

Schneider Carpeggianni

Uma das novidades deste ano da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco é o Café Continente, que irá funcionar no estande da Cepe (Companhia Editora de Pernambuco), o maior da feira. Pelo espaço, passarão, além de escritores, colunistas da revista Continente Multicultural. A idéia é fazer um grande mix entre público e autores, sem as maiores distâncias físicas dos outros eventos da Bienal.

Quem abre a programação de conversas no Café Continente, sexta, às 17h, é o jornalista Rivaldo Paiva, colunista da revista, que aproveita a feira para lançar seu primeiro livro de contos, Parece que foi assim. A obra, como o título já indica, mistura realidade e ficção com muito humor. Em seguida, às 19h, Clarah Averbuck lança o romance Vida de gato. A coordenação das conversas será do programa Café Colombo.

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Café Colombo - Seu programa de livros e idéias
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