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	<title>Café Colombo - O seu programa de livros e idéias</title>
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	<description>O Café Colombo é um programa sobre livros e idéias transmitido para Pernambuco pela Rádio Universitária FM (99.9 MHz) e para o mundo através da internet. O programa vai ao ar aos domingos, das 14h às 14h30, com reapresentação às segundas, das 20h às 20h30</description>
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		<title>Cotas universitárias na literatura de Ricardo Feirnstein</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 01:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em breve o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a constitucionalidade das cotas raciais no Brasil. No País em que essa experiência foi maior, os EUA, a Suprema Corte já julgou contrariamente à discriminação por raça, embora esteja aberta a discriminações positivas de outra forma. Nos EUA as opiniões ainda são bastante divididas sobre o assunto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em breve o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a constitucionalidade das cotas raciais no Brasil. No País em que essa experiência foi maior, os EUA, a Suprema Corte já julgou contrariamente à discriminação por raça, embora esteja aberta a discriminações positivas de outra forma. Nos EUA as opiniões ainda são bastante divididas sobre o assunto, mas mesmo dentro da comunidade negra há quem defenda que cotas prejudicaram o desenvolvimento dos estudantes. Sobre o assunto um livro recomendado é o <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0300107757?ie=UTF8&amp;tag=virtualbooksto05&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=0300107757" target="_blank">Afirmative Action Around the World: An Empirical Study</a> do economista doutor pela Universidade de Chicago Thomas Sowell. Por sinal, negro e conhecido pela sua independência intelectual.</p>
<p><img class="alignright" src="http://images.barnesandnoble.com/images/1570000/1578050.gif" alt="" width="100" height="147" />Mas cotas não são uma coisa nova. O livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/082632116X?ie=UTF8&amp;tag=virtualbooksto05&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=082632116X" target="_blank">Mestizo</a>, do judeu argentino Ricardo Feierstein, em uma passagem, relata o caso das cotas universitárias na atual Polônia, ainda antes da primeira guerra mundial. A universidade substituía o sistema de mérito pelo de proporção de pessoas na região, além de outras determinações políticas. Então, para 100 estudantes, 94 tinham que ser poloneses, quatro ucranianos e apenas dois judeus. O Mestizo de Feierstein não é uma mistura de raças, mas uma mescla cultural, que faz com que o protagonista se sinta um pouco argentino e um pouco herdeiro das várias terras pelos quais a sua família percorreu. Um livro que fala de perseguição e da busca de identidade, memória, e os sentidos de ser nacional e estrangeiro num País. E, como a ciência ja desacreditou toda a ideia de raças humanas diferentes, o que sobra, de fato, é o caráter cultural.</p>
<p>(Renato Lima)</p>
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		<title>Profissões e estereótipos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Matéria do NY Times (reproduzida pela Folha de SP) fala de uma pesquisa que diz identificar estereótipos nas profissões e como isso afeta as escolhas de carreiras. &#8220;Para Gross, &#8220;professores universitários e vários outros profissionais são alvos de estereotipagem política&#8221;. Jornalismo, artes, carreiras da área social e terapia são dominados por pessoas de viés esquerdista; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria do NY Times (reproduzida pela Folha de SP) fala de uma pesquisa que diz identificar estereótipos nas profissões e como isso afeta as escolhas de carreiras. &#8220;Para Gross, &#8220;professores universitários e vários outros profissionais são alvos de estereotipagem política&#8221;. Jornalismo, artes, carreiras da área social e terapia são dominados por pessoas de viés esquerdista; policiamento, agricultura, odontologia, medicina e carreiras militares atraem mais conservadores nos EUA. &#8220;Esse tipo de reputação afeta as aspirações profissionais das pessoas&#8221;, acrescentou o sociólogo. [...] O que distingue a pesquisa de Gross e Fosse de muito do burburinho que cerca esse tema é a metodologia. Enquanto a maioria dos argumentos apresentados até hoje se baseou sobretudo em relatos pessoais, esse é um dos únicos estudos a utilizar dados da Pesquisa Social Geral de opiniões e comportamentos sociais e a comparar os professores ao resto da população americana.&#8221;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/ny0803201021.htm" target="_blank">Matéria completa neste link (só para assinantes)</a></p>
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		<title>E o Kindle vai se expandindo no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vale a pena ler esta entrevista do Digestivo Cultural com uma pioneira do Kindle no Brasil, Noga Sklar (parece nome de vilã de seriado de ficção científica&#8230;). Ela montou uma casa de conversão de livros para o formato do leitor da Amazon.com. Entre os temas, o futuro da edição de livros, pagamento de royalties aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena ler <a href="http://www.digestivocultural.com/entrevistas/entrevista.asp?codigo=35" target="_blank">esta entrevista do Digestivo Cultural</a> com uma pioneira do Kindle no Brasil, Noga Sklar (parece nome de vilã de seriado de ficção científica&#8230;). Ela montou uma casa de conversão de livros para o formato do leitor da Amazon.com. Entre os temas, o futuro da edição de livros, pagamento de royalties aos autores e a adaptação que devem passar as livrarias. Será que os autores vão sair ganhando neste novo mundo digital? Diz Sklar:</p>
<p>&#8220;E já que tocamos no delicado (e vergonhoso) assunto do dinheiro, compare os 35% de royalties pagos mensalmente ao autor pela Amazon com os magros 7 ou 8% pagos pelas editoras tradicionais (duas vezes por ano).</p>
<p>Nós, na KindleBookBr, fazemos jogo limpo, transparente, contemporâneo: cobramos pelos serviços de edição e conversão, mas repassamos os royalties integralmente.&#8221;</p>
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		<title>Samuel Costa e o mundo de Felisberto</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo de Felisberto
-Vamos ‘’na’’ praia mulher? A pergunta retórica e, em tom de desespero, não abalou a mulher sentada no sofá, a tricotar uma toalhinha branca.
- “Tas’’ doido homem, ir pra praia, com um tempo desses, vê senão amola! Eulália sequer levantou os olhos para encarar o marido ao proferir essas palavras. A ‘’espanhola’’, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo de Felisberto</p>
<p>-Vamos ‘’na’’ praia mulher? A pergunta retórica e, em tom de desespero, não abalou a mulher sentada no sofá, a tricotar uma toalhinha branca.</p>
<p>- “Tas’’ doido homem, ir pra praia, com um tempo desses, vê senão amola! Eulália sequer levantou os olhos para encarar o marido ao proferir essas palavras. A ‘’espanhola’’, bem sabia que os rompantes do marido, não iam parar por ali.</p>
<p>-Vê se cria juízo homem! Foi só comprar essa ‘’lata velha’’, pra tu ficar todo assanhado&#8230;- e de fato, após se aposentar, Felisberto enfim tirou sua ‘’carta’’ de motorista, e comprou um Fusca 68. O ‘’Fusca’’ era um sonho a muito sonhado, e só agora realizado. E o mundo de Felisberto, outrora, tão pequeno em relação de tempo e espaço, agora ganhara limites nunca antes imaginados. E esse ‘’novo mundo’’, tão vasto de possibilidades, já não cabia a espanhola. E Felisberto, de repente, pensa nas coisas que ela teve que passar para casar com ele, um simples operário, pobre e negro. E uma olhada para a decoração da casa, Felisberto se sente estranho, só agora parece notar os ‘’excessos’’ da mesma. E diz de si para si mesmo: &#8211; Droga de casa, por mim botava tudo abaixo.</p>
<p>-To indo pra praia mulher, se ‘’que’’ ficar, então fica&#8230;não ‘’to’’ nem ai pra ti mulher! E assim se deram as coisas, um conforto que ‘’Lola’’, a espanhola, renunciara há décadas, seu marido descobrira na velhice. E após muitas idas e vindas com o Fusca 68, Felisberto enfim pede o divórcio.</p>
<p>Por <a href="mailto:samueldeitajai@yahoo.com.br" target="_blank">Samuel Costa</a> contista em Itajaí SC</p>
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		<title>386 &#8211; A poesia de Roberto Queiroz, o Macarrão &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roberto Queiroz, conhecido como Macarrão, veio ao Café Colombo para falar do seu lançamento&#8221;Amor e revolta&#8221;. Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poética de Pernambuco, suas influências e declama alguns trabalhos. Macarrão conversa ainda sobre o festival de celebração à poesia, que acontecerá ainda este ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cafecolombo.com.br/imagens//2010/03/livro_amor_e_revolta.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2838" title="livro_amor_e_revolta" src="http://www.cafecolombo.com.br/imagens//2010/03/livro_amor_e_revolta.jpg" alt="livro_amor_e_revolta" /></a>Roberto Queiroz, conhecido como <a href="http://sentimentomacarronico.blogspot.com" target="_blank">Macarrão</a>, veio ao Café Colombo para falar do seu lançamento&#8221;Amor e revolta&#8221;. Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poética de Pernambuco, suas influências e declama alguns trabalhos. Macarrão conversa ainda sobre o festival de celebração à poesia, que acontecerá ainda este ano e que ele promete ser o maior festival de poesia já acontecido no Estado, com 10 dias de celebração à poesia.</p>
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		<itunes:summary>Roberto Queiroz, conhecido como Macarratilde;o, veio ao Cafeacute; Colombo para falar do seu lanccedil;amento"Amor e revolta". Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poeacute;tica de Pernambuco, suas influecirc;ncias e declama alguns trabalhos. Macarratilde;o conversa ainda sobre o festival de celebraccedil;atilde;o agrave; poesia, que aconteceraacute; ainda este ano e que ele promete ser o maior festival de poesia jaacute; acontecido no Estado, com 10 dias de celebraccedil;atilde;o agrave; poesia.</itunes:summary>
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		<title>386 &#8211; A poesia de Roberto Queiroz, o Macarrão &#8211; 1</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roberto Queiroz, conhecido como Macarrão, veio ao Café Colombo para falar do seu lançamento&#8221;Amor e revolta&#8221;. Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poética de Pernambuco, suas influências e declama alguns trabalhos. Macarrão conversa ainda sobre o festival de celebração à poesia, que acontecerá ainda este ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roberto Queiroz, conhecido como Macarrão, veio ao Café Colombo para falar do seu lançamento&#8221;Amor e revolta&#8221;. Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poética de Pernambuco, suas influências e declama alguns trabalhos. Macarrão conversa ainda sobre o festival de celebração à poesia, que acontecerá ainda este ano e que ele promete ser o maior festival de poesia já acontecido no Estado, com 10 dias de celebração à poesia. Antes, escute a primeira parte e as recomendações de leitura de Marcelo Sandes e Renata Santana.</p>
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		<itunes:summary>Roberto Queiroz, conhecido como Macarratilde;o, veio ao Cafeacute; Colombo para falar do seu lanccedil;amento"Amor e revolta". Trata-se do primeiro livro de poesias de Queiroz. Nesta entrevista ele fala sobre a cena poeacute;tica de Pernambuco, suas influecirc;ncias e declama alguns trabalhos. Macarratilde;o conversa ainda sobre o festival de celebraccedil;atilde;o agrave; poesia, que aconteceraacute; ainda este ano e que ele promete ser o maior festival de poesia jaacute; acontecido no Estado, com 10 dias de celebraccedil;atilde;o agrave; poesia. Antes, escute a primeira parte e as recomendaccedil;otilde;es de leitura de Marcelo Sandes e Renata Santana.</itunes:summary>
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		<title>O pensamento e as implicações pedagógicas do hipertexto</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2010/03/04/o-pensamento-e-as-implicacoes-pedagogicas-do-hipertexto/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 00:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da assessoria da UFPE:
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
Hipertextus Revista Digital publica quarto volume
Já está no ar o quarto volume de Hipertextus Revista Digital, periódico online editado pelo Núcleo de Estudos em Hipertexto e Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Pernambuco (NEHTE/UFPE), vinculado ao Departamento de Letras e ao Programa de Pós-Graduação do curso.
“Em seu quarto número, a Revista Hipertextus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da assessoria da UFPE:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Hipertextus Revista Digital publica quarto volume</p>
<p>Já está no ar o quarto volume de <a href="http://www.hipertextus.net/" target="_blank">Hipertextus Revista Digital</a>, periódico online editado pelo Núcleo de Estudos em Hipertexto e Tecnologia Educacional da Universidade Federal de Pernambuco (NEHTE/UFPE), vinculado ao Departamento de Letras e ao Programa de Pós-Graduação do curso.</p>
<p>“Em seu quarto número, a Revista Hipertextus apresenta artigos provenientes de vários estados do Brasil e de diferentes centros de pesquisa, abordando equitativamente questões que interessam tanto aos estudos linguísticos quanto literários”, afirma a professora Ermelinda Ferreira, editora do volume.</p>
<p>São 12 ensaios dos quais quatro focalizam o pensamento e as implicações pedagógicas do hipertexto. Há ainda textos que abordam aspectos da produção poética eletrônica, a discussão sobre a produção ficcional em ambiente virtual e a interpretação de recortes verbais e imagéticos do Flickr, website destinado à organização e compartilhamento de fotos entre os sujeitos-navegadores na rede.</p>
<p>REVISTA &#8211; A Hipertextus Revista Digital nasceu como resultado da seleção dos melhores trabalhos apresentados em 2006 durante o 1º Simpósio sobre Hipertexto e Tecnologias na Educação, realizado na UFPE.</p>
<p>O objetivo da Revista é disponibilizar um espaço a mais para debater sobre o reflexo do hipertexto e das novas tecnologias na Linguística, na Literatura e na Educação.</p>
<p>Revista Hipertextus<br />
http://www.hipertextus.net/</p>
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		<title>Colômbia e Honduras</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2010/03/04/colombia-e-honduras/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 05:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Augusto Nunes faz um interessante paralelo entre a situação da Colômbia e de Honduras.
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;
E se Uribe imitasse Zelaya?
28 de fevereiro de 2010
Neste fim de fevereiro, a Suprema Corte da Colômbia fez exatamente o que fez em março de 2009 a Suprema Corte de Honduras: vetou a realização de um plebiscito cujo resultado poderia permitir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Augusto Nunes faz um interessante paralelo entre a situação da Colômbia e de Honduras.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/e-se-uribe-imitasse-zelaya/" target="_blank">E se Uribe imitasse Zelaya?</a><br />
28 de fevereiro de 2010</p>
<p>Neste fim de fevereiro, a Suprema Corte da Colômbia fez exatamente o que fez em março de 2009 a Suprema Corte de Honduras: vetou a realização de um plebiscito cujo resultado poderia permitir a candidatura do presidente da República a outro mandato. Nos dois casos, a decisão ? corretíssima ? foi anunciada com a campanha pela sucessão em andamento.</p>
<p>O colombiano Alvaro Uribe ? que ficaria ainda melhor no retrato se nem tivesse pensado numa segunda reeleição ? reagiu como deve reagir um democrata: “Aceito e acato a sentença da Suprema Corte”, resumiu. A disputa presidencial seguirá seu curso sem sobressaltos. Como um caudilho aprendiz, o hondurenho Manuel Zelaya ignorou o veto do Poder Judiciário, continuou tramando o golpe, acabou deposto por crimes contra a Constituição e foi expulso do país. Nos meses seguintes, fez o que pôde para que o processo eleitoral naufragasse.</p>
<p>Vale a pena imaginar o que faria o Brasil se Uribe imitasse Zelaya e também acabasse destituído. A imprensa e o governo continuariam a chamá-lo de “presidente democraticamente eleito”? Os defensores das normas constitutionais seriam tratados como “golpistas”? Os companheiros Lula e Hugo Chávez costurariam mais uma trama destrambelhada para alojar Uribe na embaixada do Brasil em Bogotá? A dupla de vizinhos trapalhões se negaria a reconhecer o governo do novo presidente escolhido nas urnas?</p>
<p>Não para todas as perguntas, sabe até a gravata borboleta que torna Celso Amorim um pouco mais ridículo em saraus no Exterior. O Itamaraty deste começo de século não obedece a princípios, não respeita códigos éticos. Cumpre o regimento interno do clube dos cafajestes e atende a interesses subalternos. Não faz gestões, faz jogadas.  A Era Lula instituiu a diplomacia da canalhice.</p>
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		<title>Lêdo Ivo solta o verbo a Geneton Moraes Neto</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste link você confere o programa Globo News Dossiê, apresentado por Geneton Moraes Neto, que recentemente entrevistou o acadêmico da ABL Lêdo Ivo. Do alto dos seus 86 anos, Lêdo Ivo retomou a crítica de que o calor atrapalha o pensamento nos trópicos. Para ele, a exuberância da paisagem prejudica a reflexão. Também defende a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1509163-17665,00-ACADEMICO+LEDO+IVO+DIZ+QUE+A+PAISAGEM+EXUBERANTE+ATRAPALHA+O+BRASIL.html" target="_blank">Neste link</a> você confere o programa Globo News Dossiê, apresentado por Geneton Moraes Neto, que recentemente entrevistou o acadêmico da ABL Lêdo Ivo. Do alto dos seus 86 anos, Lêdo Ivo retomou a crítica de que o calor atrapalha o pensamento nos trópicos. Para ele, a exuberância da paisagem prejudica a reflexão. Também defende a volta do ensino de latim nas escolas. O programa, na íntegra, está disponível no site do G1.</p>
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		<title>Ode ao Egberto Gismonti</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 05:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos do Público]]></category>

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		<description><![CDATA[Ode ao Egberto Gismonti
“Hão-de chegar-me pouco a pouco os bens do mundo”
Antes que sopre o rexio,
Haverá um viajante que cansado
Do mundo inteiro, em pedaços
De nada,
Pedirá um pouco mais de descanso,
Um pouco mais de além, um pouco mais
De caminho, margem onde as águas
Gastas das jornadas das suas nuvens
Acrobáticas,
Descansam de seu longo transbordo
Da sua via líquida e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ode ao Egberto Gismonti</p>
<p>“Hão-de chegar-me pouco a pouco os bens do mundo”</p>
<p>Antes que sopre o rexio,<br />
Haverá um viajante que cansado<br />
Do mundo inteiro, em pedaços<br />
De nada,<br />
Pedirá um pouco mais de descanso,<br />
Um pouco mais de além, um pouco mais<br />
De caminho, margem onde as águas<br />
Gastas das jornadas das suas nuvens<br />
Acrobáticas,<br />
Descansam de seu longo transbordo<br />
Da sua via líquida e láctea, dizem os transeuntes<br />
Do lugar leucoceleste<br />
Límpido e fugaz,<br />
De estrelas que se escondem nos<br />
Telescópios do cansado navegante<br />
Viajante do atalho cansado,<br />
Caminho arredado<br />
De luares e luares de luas cheias,<br />
Quase vazias,<br />
Quartos crescentes e fogos simples,<br />
Pertença unívoca<br />
Do caminhante viajante cansado,<br />
Devoluto caminho da<br />
Primeira e última matiz da anacruse,<br />
A nota, a intermédia nota e pertença<br />
Da coronária celeste, que ao cismontano<br />
Encantador de estrelas e romances,<br />
Adormecem, descansam<br />
Na noite antes da madrugada.<br />
E se espalham espelham vagam<br />
Num sítio longe além, no espaço<br />
Duma noite antes da madrugada,<br />
Dum dia e noite, espaço constante<br />
Onde habitam os pedaços de gelo<br />
Coronários, cadentes, primordiais.<br />
Nos arredores do caminho das estrelas.</p>
<p>Das estrelas e do seu rasto risco no céu<br />
Descrição breve, não resta nada<br />
Que olho humano veja<br />
Nesta noite de carregada nuvem negra<br />
De negra escuridão, o céu inteiro abóbada<br />
Um tecto em vão, que<br />
Nos apontamentos vagos e quase<br />
Invisíveis, senso ou sorte ou destino<br />
Restos do pó de sonhos de quem<br />
Caminha entre o luminoso plasma,<br />
Que de há tanto terem adormecido<br />
Se adormeceram na noite cerrada.</p>
<p>Rectas e riscos e céu sem fronteira<br />
Celeste<br />
Adormecem nas margens do mais<br />
Atlântico ribeiro, que dista daqui<br />
Um pouco mais de nada<br />
Um pouco mais de espaço nado<br />
No sonho do viajante<br />
Arquitecto, sedutor amante das estrelas<br />
E das notas que a compõem,<br />
Da esfera harmonia madrugada de noite infinda<br />
Infindo dia.</p>
<p>“O resto foi o que eu não quis<br />
Perseguição, procura, enlace<br />
Esse retrato feito a giz<br />
Pra que não mais eu me encontrasse.”</p>
<p>Descansa<br />
Na pulsão nocturna do dia<br />
Descansa nesse retrato de giz<br />
Intemporal, nessa nascente que alimenta<br />
A nuvem interior dos ribeiros regatos,<br />
Descansa<br />
No pulmão perene da poesia<br />
Nota e harmonia, quase infinita<br />
Quanto infinda a letra mais breve.</p>
<p>O resto é giz<br />
O resto é rasgo<br />
O resto é poeira na estrela,<br />
Que brilha no expoente<br />
À hora do meio-dia.<br />
O resto é cruz<br />
O resto é mundo, o resto<br />
Infindo, descansa<br />
Enquanto a casula sacerdotisa<br />
Rebola-se no ar do caos<br />
Que o sonho de homem comum alimenta.<br />
Descansa adormece vence<br />
Inventa esta matriz do vento<br />
Que sopra nas cordas duma viola,<br />
Que lamenta e corre o giz nesse ventre<br />
Desta esfera armilar, irmã gémea<br />
Da estrela mais longínqua do sistema solar.</p>
<p>Tudo é grande<br />
Tudo é nada,<br />
Tudo é estrada de sonho<br />
Que adormece no colo terreno<br />
Do homem giesta, retama<br />
Amarela e branca, que dança<br />
No homem vigilante nocturno,<br />
Vigia vigilante de sonhos do mundo<br />
E encantador das estrelas<br />
Que o espantam.</p>
<p>“Era uma folha pousada<br />
No cotovelo do vento”</p>
<p>Do vento<br />
Que adormecia adormecendo<br />
Debaixo da abóbada de céu furado<br />
De ponto branco,<br />
De ponto cardeal e cruz,<br />
De ponto morto, de partida<br />
De ponto de vista e solstício,<br />
Que não se não pertencesse a um deus abandonado,<br />
Haveria de navegar no timbre<br />
Da viola do arco do céu, que o homem<br />
No seu descanso tomaria<br />
Por ponto apenas, signo breve da jornada.</p>
<p>Do interior dos tempos, o nada<br />
Do interior do nada, a estrela que procura<br />
Aquele que sonha, o seu encantador, não<br />
De serpentes, não<br />
De encantamentos, nada!<br />
O viajante adormece no dia<br />
Que sobrou da madrugada.<br />
O viajante adormece na luz<br />
Luzidia duma viola que aguarda o dedo<br />
Em supinação, em pronação feliz,<br />
Que toca no mais distante e distinto<br />
Arco do universo, aquele, além<br />
O interior da maternidade das estrelas<br />
Dos céus. Dos altos<br />
Mares e oceanos estelares<br />
Dos ribeiros cadinhos, torre sineira<br />
Dos ventos que arcam o mundo inteiro,<br />
Em pedaços<br />
Interiores de cristais e cristais baços,<br />
De vento rexio, um vento gelado<br />
Que se abandona no dia e noite<br />
Do viajante que à luz das velas<br />
Dum mundo suspenso no dedo feliz<br />
Que amansa um piano e guitarra.</p>
<p>E como tudo é grande,<br />
O finito e infinito trespassa,<br />
Na mais árdua tarefa, depois da que coube ser deus:<br />
Acendam as estrelas,<br />
Está a acordar o seu mestre<br />
Está a acordar o seu encantador.</p>
<p>E contudo, tudo se move<br />
E para o homem que sonha,<br />
O tudo, é possível!</p>
<p>Castelo Rodrigo, 10 de Novembro</p>
<p><a href="mailto:nalinhadasfronteiras@gmail.com">Leonardo B.</a></p>
<p>|aparte breve: as citações intermédias pertencem a David Mourão-Ferreira|</p>
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