Guilherme Carvalho - 05 de março de 2017 às 14H 27M

A universalidade da loucura em Meshugá, novo romance de Jacques Fux

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Conversamos com o escritor Jacques Fux sobre o seu novo livro Meshugá, publicado pela editora José Olympio.

Natural de Minas Gerais, Fux é um polímata: graduado em matemática, mestre em ciência da computação, é doutor em literatura comparada e fez pós-doutorado em Harvard. Jacques Fux recebeu, em 2013, o prêmio São Paulo de literatura como melhor autor estreante pelo livro Antiterapias. Escreveu ainda o livro Brochadas – confissões sexuais de um jovem escritor e o Literatura e Matemática: Jorge Luis Borges, Georges Perec e o Oulipo, além de artigos acadêmicos

Meshugá  é um romance que reinventa a vida e a obra de diversas personalidades – da filósofa Sarah Kofman ao cineasta Woody Allen – no intuito de desvelar os mistérios da insanidade, do auto-ódio, do olhar perverso do outro e do erotismo. Misturando dados históricos, literários e ficcionais desses célebres personagens, o narrador entra na mente de seus protagonistas buscando construir seu próprio “ensaio sobre a loucura”.

Confira a íntegra desta entrevista conduzida por Renato Lima e veiculada na edição #670 do Café Colombo na Rádio Universitária 99,9 FM.

Guilherme Carvalho

Participa da atualização deste site e das mídias sociais do Café Colombo, além da apresentação e produção do programa na Rádio Universitária FM. Graduando em jornalismo pela UFPE.

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