<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Café Colombo - O seu programa de livros e idéias &#187; literatura</title>
	<atom:link href="http://www.cafecolombo.com.br/tag/literatura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cafecolombo.com.br</link>
	<description>O Café Colombo é um programa sobre livros e idéias transmitido para Pernambuco pela Rádio Universitária FM (99.9 MHz) e para o mundo através da internet. O programa vai ao ar aos domingos, das 14h às 14h30, com reapresentação às segundas, das 20h às 20h30</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 14:14:09 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.3</generator>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<!-- podcast_generator="podPress/8.8" - maintenance_release="8.8.6.1" -->
	<copyright>2006-2007 </copyright>
	<managingEditor>contato@cafecolombo.com.br (Café Colombo - O seu programa de livros e idéias)</managingEditor>
	<webMaster>contato@cafecolombo.com.br (Café Colombo - O seu programa de livros e idéias)</webMaster>
	<category>posts</category>
	<ttl>1440</ttl>
	<image>
		<url>http://cafecolombo.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>Café Colombo - O seu programa de livros e idéias &#187; literatura</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>O Café Colombo é um programa sobre livros e idéias transmitido para Pernambuco pela Rádio Universitária FM (99.9 MHz) e para o mundo através da internet. O programa vai ao ar aos domingos, das 14h às 14h30, com reapresentação às segundas, das 20h às 20h30</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &amp; Culture" />
	<itunes:author>Café Colombo - O seu programa de livros e idéias</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Café Colombo - O seu programa de livros e idéias</itunes:name>
		<itunes:email>contato@cafecolombo.com.br</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://cafecolombo.com.br/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg" />
		<item>
		<title>A hora do Baco, programa de vinhos da TV portuguesa RTP</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/11/14/a-hora-do-baco-programa-de-vinhos-da-tv-portuguesa-rtp/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/11/14/a-hora-do-baco-programa-de-vinhos-da-tv-portuguesa-rtp/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[baco]]></category>
		<category><![CDATA[harmonização]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[vinhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=2493</guid>
		<description><![CDATA[Agora uma sugestão séria de programa sobre vinho. Um amigo do Rio Grande do Sul, Eduardo Schmitt, que inicia a sua própria produção de vinhos, apontou para o programa “A hora do Baco”, da RTP como exemplo de programa que ele não perde, além do brasileiro Menu Confiança. Vários episódios estão disponíveis integralmente no You [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora uma sugestão séria de programa sobre vinho. Um amigo do Rio Grande do Sul, Eduardo Schmitt, que inicia a sua própria produção de vinhos, apontou para o programa “A hora do Baco”, da RTP como exemplo de programa que ele não perde, além do brasileiro Menu Confiança. Vários episódios estão disponíveis integralmente no You Tube (cada um com cerca de 25 minutos). Abaixo, um programa sobre a tradicional <a href="http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt" target="_blank">Fundação Eugênio Almeida</a>, produtora do Cartuxa. Para quem gosta de vinhos portugueses, como o nosso caríssimo Marcelo Sandes, é uma boa pedida.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FnsXfUBl2Yw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/FnsXfUBl2Yw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>(Renato Lima)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/11/14/a-hora-do-baco-programa-de-vinhos-da-tv-portuguesa-rtp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cem poetas sem livros &#8211; 2</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/19/cem-poetas-sem-livros/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/19/cem-poetas-sem-livros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 17:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete da home]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[coletânea]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=2008</guid>
		<description><![CDATA[O Café Colombo entrevistou o poeta Cristiano Jerônimo, organizador da coletânea &#8220;Cem Poetas sem livros&#8221;, que, como diz o nome, reuniu poetas iniciantes, sem publicações até o momento, em um único livro. Cristiano é jornalista e autor de &#8220;Redenção de poeta&#8220;, que já foi tema de entrevista aqui no programa. Antes, confira a primeira parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Café Colombo entrevistou o poeta Cristiano Jerônimo, organizador da coletânea &#8220;Cem Poetas sem livros&#8221;, que, como diz o nome, reuniu poetas iniciantes, sem publicações até o momento, em um único livro. Cristiano é jornalista e autor de &#8220;<a href="http://www.cafecolombo.com.br/2008/06/15/%e2%80%9ce-preciso-nascer-de-novo-sem-ter-que-morrer%e2%80%9d-%e2%80%93-a-poesia-de-cristiano-jeronimo-2/" target="_blank">Redenção de poeta</a>&#8220;, que já foi tema de entrevista aqui no programa. Antes, confira a primeira parte do programa que teve apresentação de Marcelo Sandes e Renata Santana.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/19/cem-poetas-sem-livros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://jc2.uol.com.br/parceiros/cafecolombo/audios//090719_cem_poetas_sem_livros_2a_parte.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>O Café Colombo entrevistou o poeta Cristiano Jerônimo, organizador da coletânea "Cem Poetas sem livros", que, como diz o nome, reuniu poetas iniciantes, sem publicações ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O Café Colombo entrevistou o poeta Cristiano Jerônimo, organizador da coletânea "Cem Poetas sem livros", que, como diz o nome, reuniu poetas iniciantes, sem publicações até o momento, em um único livro. Cristiano é jornalista e autor de "Redenção de poeta", que já foi tema de entrevista aqui no programa. Antes, confira a primeira parte do programa que teve apresentação de Marcelo Sandes e Renata Santana.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Manchete da home, Programas</itunes:keywords>
		<itunes:author>contato@cafecolombo.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>Chico Buarque, uma fraude literária?</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/14/1974/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/14/1974/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 14:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[chico buarque]]></category>
		<category><![CDATA[flip]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1974</guid>
		<description><![CDATA[No Brasil você pode falar mal de muitas coisas, mas entre as proibidas está Chico Buarque (e poderíamos incluir Ariano Suassuna em Pernambuco). Pois foi Edna O’Brien, convidada da Flip, falar mal de Chico que o buruçu estava feito&#8230; Reinaldo Azevedo analisa o caso e ainda comenta os livros &#8220;Estorvo&#8221; e &#8220;Budapeste&#8221;, de Chico.
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
Em 1991, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil você pode falar mal de muitas coisas, mas entre as proibidas está Chico Buarque (e poderíamos incluir Ariano Suassuna em Pernambuco). Pois foi Edna O’Brien, convidada da Flip, falar mal de Chico que o buruçu estava feito&#8230; <a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/chico-buarque-ou-chute-deus-mas-preserve-o-chico/" target="_blank">Reinaldo Azevedo</a> analisa o caso e ainda comenta os livros &#8220;Estorvo&#8221; e &#8220;Budapeste&#8221;, de Chico.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Em 1991, fiz uma resenha de Estorvo, o primeiro romance de Thico. Quase ao mesmo tempo, Bruna Lombardi lançara Filmes Proibidos. Pediram-me uma resenha de ambos. Lembro que fiz uma piada mais ou menos assim: se é pelos belos olhos, o livro de Bruna é &#8211; e é mesmo! &#8211; muito melhor. Mas ela foi recebida com o ceticismo que se pode imaginar; ele, com o embevecimento costumeiro e a reverência injustificada da crítica. Estorvo é um livro chato e pretensioso. Desisti do “Chico-enquanto-romancista”. Cai em tentação, anos mais tarde, com Budapeste, ainda mais festejado. E ainda mais chato e mais pretensioso. E fiquei e ficarei nesses dois. Chico não sabe o que é romance — ou, mais amplamente, prosa de ficção. Não como autor ao menos. Ignora as ferramentas para construir uma personagem e tenta compensar a falta de carpintaria com uma linguagem supostamente densa, enfileirando metáforas que conferem à narrativa cediça uma aparência de profundidade filosófica, misturando doses de melancolia de apartamento, pessimismo blasé e desconstrução de moderno romance francês. A parada é indigesta. Sigamos. E vamos começar a desmisturar as coisas para desmitistificá-las.</p>
<p>Chico é um idiota político. Foi e ainda é propagandista de uma das ditaduras mais assassinas da terra: a de Fidel Castro, em Cuba. Não! Isso não faz dele um mau romancista. O que o torna um mau romancista são seus romances ruins. Sua parvoíce ideológica também não compromete a qualidade de suas músicas — das líricas, ao menos, não; as políticas são de doer. Já o critiquei aqui várias vezes e levei porrada de todo lado — e a mais usual, evidentemente, é o famoso “quem é você para criticar Chico Buarque?”. Como, para quem faz tal indagação, ninguém está à altura do ídolo, pouco importa o que ele diga ou faça, a única atitude aceitável é a reverência. Reitero: todas as vezes em que o critiquei, o que pode ser constatado no arquivo do blog, eu o fiz em razão de declarações políticas que ele deu. Não buli com o que chamam, tolamente, a sua “poesia”. Não que não pudesse fazê-lo. Como “poesia”, elas resistem pouco a um escrutínio. Mas o fato é que não o fiz. E, mesmo assim, veio a gritaria: “Quem é você para…?”</p>
<p>O que temos? Porque um ídolo é um letrista apreciado da MPB, um “poeta”, então não pode receber uma crítica de natureza política quando faz uma declaração… política? Tenham paciência! Sim, este texto integra, vamos dizer, o ambiente da gritaria que se seguiu à coluna de Diogo Mainardi na VEJA desta semana. O parágrafo que reproduzo parece dar conta, com eficiência, da questão:</p>
<p style="padding-left: 30px;">Edna O’Brien conheceu “Chico” uma semana atrás, na Flip, em Paraty. Depois de participar de um debate, ela foi arrastada a um encontro entre Chico Buarque e Milton Hatoum. O que ela afirmou, assim que conseguiu escapar do encontro? Que Chico Buarque era uma fraude. O que ela afirmou em seguida, durante o jantar? Que se espantou com a empáfia e com o desconhecimento literário dos dois autores. E o que ela repetiu para mim, alguns dias mais tarde, em outro jantar, no Rio de Janeiro? Que Chico Buarque era uma fraude, que ela se espantou com sua empáfia e com seu desconhecimento literário, e que se espantou mais ainda com sua facilidade para enganar a plateia da Flip.</p>
<p>Qual é o ponto? Edna O’Brien era um dos medalhões da tal Feira de Livros de Paraty. Chico era outro. Resolveram juntar os dois. E ela expressou seu juízo sobre o ídolo brasileiro enquanto leitor e, sei lá como dizer, artífice da literatura. Claro, claro, pode-se dizer que a escritora irlandesa não é de nada, mas o fato é que era uma das grandes convidadas da Flip porque, no ambiente em que Chico decidiu transitar — que não é o do banquinho &amp; violão —, ela é considerada, lamento pelos descontentes, uma autoridade.</p>
<p>De fato, ela foi até mais dura — e o foi publicamente: afirmou que Chico se aproveita também do fato de ser bonito, “como o Steve McQueen”. E revolveu uma polêmica de que os meios culturais brasileiros fogem como o diabo da cruz: “Música popular não é poesia. No Brasil ou em qualquer lugar do mundo”. E não é mesmo!</p>
<p>(<a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/chico-buarque-ou-chute-deus-mas-preserve-o-chico/" target="_blank">texto completo aqui</a>)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/14/1974/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caio Fernando Abreu em biografia</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/09/caio-fernando-abreu-em-biografia/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/09/caio-fernando-abreu-em-biografia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 13:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
		<category><![CDATA[caio fernando abreu]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1943</guid>
		<description><![CDATA[Esse lançamento é a cara do &#8220;produtor Correia&#8221;. Record com novo livro sobre Caio Fernando Abreu. Segue o release:
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;

No final da década de 70, Paula Dip viu um bilhete sobre sua mesa na redação de uma revista paulistana. No papel estava a queixa de um colega de redação. Como ela, que daria uma festa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse lançamento é a cara do &#8220;produtor Correia&#8221;. Record com novo livro sobre Caio Fernando Abreu. Segue o release:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_5IA58uvw-Ig/SbQz9dTP3-I/AAAAAAAAAA4/xAFFa4qLgFU/S660/CAIO.jpg" alt="" width="336" height="500" /></p>
<p>No final da década de 70, Paula Dip viu um bilhete sobre sua mesa na redação de uma revista paulistana. No papel estava a queixa de um colega de redação. Como ela, que daria uma festa de aniversário super badalada, ainda não o havia convidado? perguntava um indignado Caio Fernando Abreu no papelzinho. A bronca foi o início de uma amizade que atravessou intensamente os anos 80. Colegas de trabalho, de bar, de confissões e da vida, Paula e Caio testemunharam as loucuras daqueles tempos apoiados em uma relação de carinho que se estendeu até 1996, quando ele morreu de Aids. Agora, Paula faz sua parte e lança o relato dessa história, que se confunde com a vida de uma geração. “<em>Para sempre teu — era assim que Caio Fernando Abreu assinava certas cartas e foi a partir do nosso trato de publicá-las que nasceu este livro</em>”, explica a autora.</p>
<p>PARA SEMPRE TEU, CAIO F. desvenda um pouco da personalidade de um dos autores que melhor traduziu seu tempo no cenário cultural brasileiro. Caio Fernando Abreu foi uma figura marcante de literatura brasileira contemporânea. É enorme a quantidade de livros, estudos, peças e debates criados a partir da obra que ele deixou. Jornalista polêmico, intenso, sarcástico e genial, foi grande amigo de Paula, a quem dedicou um conto no seu clássico <em>Morangos mofados</em>.</p>
<p>Durante os vinte anos que durou essa amizade, ela o viu publicar, ganhar prêmios, viajar, ir ao cinema, amar, sofrer por amor, chorar de alegria e rir da tristeza, ouvir música, tomar chá, fazer piadas e ironias; trabalhar como ator, escritor, astrólogo, jornalista, roteirista, dramaturgo. Este livro é mais que uma biografia: é o registro intenso de uma amizade.</p>
<p>Em PARA SEMPRE TEU, CAIO F., Paula reúne cartas, bilhetes e particularidades que dividiu com o escritor, além de depoimentos de pessoas importantes na vida de Caio, como Cazuza, Ney Matogrosso, entre outros. O resultado é um emocionante relato de quem acompanhou de perto o mundo do “Escritor da paixão” — como o definiu Lygia Fagundes Telles.</p>
<p><strong>PARA SEMPRE TEU, CAIO F.</strong></p>
<p>Cartas, conversas, memórias de Caio Fernando Abreu</p>
<p>Paula Dip<br />
Editora Record<br />
504 páginas<br />
Preço: R$ 58,00</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/09/caio-fernando-abreu-em-biografia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferreira Gullar pede por um estadista</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/06/ferreira-gullar-pede-por-um-estadista/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/06/ferreira-gullar-pede-por-um-estadista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[assistencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa-família]]></category>
		<category><![CDATA[estadista]]></category>
		<category><![CDATA[ferreira gullar]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[pt]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1842</guid>
		<description><![CDATA[
Da Folha de São Paulo de domingo, de um cada vez mais irrequieto (com os tempos atuais) Ferreira Gullar, autor de Indagações de Hoje:
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
FERREIRA GULLAR
Um modo novo de encher a barriga
Ter filhos se tornou, no Brasil do Lula, um modo fácil de aumentar a renda familiar
CARISMA, CAPACIDADE de conquistar a confiança e o voto do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cosacnaify.com.br/loja/capas/ferreira_gullar.jpg" alt="" width="210" height="230" /></p>
<p>Da Folha de São Paulo de domingo, de um cada vez mais irrequieto (com os tempos atuais) Ferreira Gullar, autor de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/35212/indagacoes+de+hoje&amp;franq=171824" target="_blank">Indagações de Hoje</a>:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>FERREIRA GULLAR</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0507200919.htm" target="_blank">Um modo novo de encher a barriga</a></p>
<p>Ter filhos se tornou, no Brasil do Lula, um modo fácil de aumentar a renda familiar</p>
<p>CARISMA, CAPACIDADE de conquistar a confiança e o voto do eleitor é uma coisa; capacidade de governar, administrar, é outra. Esse é um dos percalços do regime democrático: a possibilidade de eleger-se um candidato carismático, que ganha a simpatia do eleitor, mas que não é um administrador competente ou não é honesto ou não tem gosto pela tarefa administrativa. Dependendo de alguns fatores conjunturais ou da habilidade desse personagem, pode ele se manter no poder por anos a fio, fazendo da preservação de sua imagem e da confiança do eleitor, sua tarefa precípua. Caso as circunstâncias o favoreçam, essa capacidade inescrupulosa de manipular a boa fé do povão pode gerar consequências altamente negativas para a sociedade, que terá sérias dificuldades para evitá-lo.</p>
<p>Esse tipo de líder surge, com maior frequência, em países onde a desigualdade social é mais acentuada, o que propicia o uso de medidas assistencialistas e demagógicas, que lhe garantem a popularidade e os votos. Certamente, atender a necessidades vitais da população carente tem seu lado positivo, desde que seja feito em caráter emergencial, seguido de medidas visando inserir o cidadão no mercado de trabalho, em vez de mantê-lo como um indigente que vive às custas do governo.</p>
<p>Como essa reconquista da autonomia do desempregado não interessa ao líder populista, a tendência é ampliar e manter os programas assistencialistas como investimento a fundo perdido, em prejuízo do crescimento econômico, da ampliação do mercado de trabalho e do progresso social.</p>
<p>O programa assistencialista, como toda intervenção no processo social, pode ter aspectos positivos e negativos. Os positivos, sabemos quais são; os negativos, às vezes, nos surpreendem, ainda que, se nos detemos a refletir, veremos que são quase inevitáveis. Tomemos como exemplo o programa Bolsa Família, que nasceu para servir politicamente ao presidente Lula. Isso ficou evidente, desde o início, quando ele mandou fundir os programas Bolsa Alimentação e Bolsa Escola, para fazer de conta que um programa novo estava sendo criado pelo seu governo.</p>
<p>Pouco lhe importou o fato de que a fusão dos dois programas, com objetivos essencialmente diferentes, prejudicaria a execução de ambos e dificultaria sua fiscalização. O resultado previsível não se fez esperar: parentes de prefeitos, de vereadores e deputados passaram a receber os benefícios a que não tinham direito nem deles necessitavam. Mas a coisa não parou aí: a engenhosidade popular pôs-se logo a serviço dos oportunistas. Hoje, à exceção talvez do governo, todo mundo sabe o que ocorre com o Bolsa Família, que abrange nada menos de 40 milhões de pessoas.</p>
<p>Inventaram-se os mais diversos modos de burlar as normas que o regem, chegando-se ao ponto de, quando o beneficiado pelo programa consegue um emprego, pede ao patrão que não lhe assine a carteira de trabalho, para que possa, assim, fazer de conta que continua desempregado. Vejam vocês a que leva esse tipo de ajuda demagógica, quando sabemos que ter a sua carteira de trabalho assinada pelo patrão sempre foi uma aspiração de todo trabalhador. A carteira assinada é imprescindível para comprovar o tempo de serviço e garantir a aposentadoria.</p>
<p>Aqueles, porém, que abrem mão disso, estão certos de que o Bolsa Família os sustentará pelo resto da vida, sendo, portanto, desnecessário aposentar-se. É como se já estivessem aposentados, uma vez que ganham sem trabalhar.</p>
<p>Um conhecido meu, que cria algumas cabeças de gado, contou-me que o vaqueiro de sua fazenda separou-se aparentemente da mulher (com quem tinha três filhos) para que ela pudesse receber a ajuda do Bolsa Família, como mãe solteira e sem emprego.</p>
<p>Ao mesmo tempo, embora já tivesse decidido não ter mais filhos, além dos que já tinham, mudaram de ideia e passaram a ter um filho por ano, de modo que a filharada, de três já passou para sete, sem contar o novo que já está na barriga.</p>
<p>Esse procedimento se generaliza. Um médico que atende num hospital público aqui do Rio, declarou na televisão que uma jovem senhora, depois de sucessivos partos, teve que amarrar as trompas. Com medo de morrer, aceitou a sugestão do médico, mas lamentou: &#8220;É pena, porque vou perder os R$ 150 do Bolsa Família&#8221;. Pois é, ter filhos se tornou, no Brasil do Lula, um modo fácil de aumentar a renda familiar.</p>
<p>Em breve, o número de carentes duplicará e o dispêndio com o programa, também.</p>
<p>O Brasil precisa urgentemente de um estadista.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/06/ferreira-gullar-pede-por-um-estadista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pequena, mas charmosa.</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/02/pequena-mas-charmosa/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/02/pequena-mas-charmosa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[flip]]></category>
		<category><![CDATA[fliporto]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/02/pequena-mas-charmosa/</guid>
		<description><![CDATA[Na carona do período de realização de mais uma Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), a revista EXAME desta quinzena (ed. 946) dedica seu painel Grande Números ao mercado editorial.
A revista aponta que, em número de visitantes, a maior feira de livros do Brasil é a FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE (RS), evento que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na carona do período de realização de mais uma Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), a revista EXAME desta quinzena (ed. 946) dedica seu painel Grande Números ao mercado editorial.</p>
<p>A revista aponta que, em número de visitantes, a maior feira de livros do Brasil é a FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE (RS), evento que recebeu 1,7 milhão de visitantes na edição mais recente. O segundo lugar é da Bienal de São Paulo (728 mil) e o terceiro da Bienal do Rio (645 mil). Pernambuco, com sua Bienal, fica em quarto lugar (550 mil).</p>
<p>Mesmo se realizando no mês de julho e sendo mais antiga, por exemplo, que a Bienal de Pernambuco, a edição anterior da FLIP recebeu apenas 20 mil visitantes. A diferença gigante é explicada pelo fato da FLIP não ser um evento de “pavilhão” como os quatro primeiros lugares. O conceito de “festa” a transforma em atrativo turístico para a cidade e em roteiro de charme, além de posicioná-la como uma celebração mais refinada do produto “literatura”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/07/02/pequena-mas-charmosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Crítica literária às cegas ou “de quem são estes versos”?</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/30/critica-literaria-as-cegas-ou-%e2%80%9cde-quem-sao-estes-versos%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/30/critica-literaria-as-cegas-ou-%e2%80%9cde-quem-sao-estes-versos%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[abl]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[crítica literária]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[paulo paiva]]></category>
		<category><![CDATA[raimundo carrero]]></category>
		<category><![CDATA[sarney]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1788</guid>
		<description><![CDATA[Crítica literária às cegas ou “de quem são estes versos”?
por Renato Lima
No mais recente programa Sexta Cultura da TVU de Pernambuco, propus um desafio aos presentes: fazer uma crítica literária às cegas, como se faz degustação de vinho. A partir da leitura de alguns versos, dizer se são bons, a que remetem e quem seria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crítica literária às cegas ou “de quem são estes versos”?<br />
por Renato Lima</p>
<p>No mais recente programa <strong>Sexta Cultura</strong> da TVU de Pernambuco, propus um desafio aos presentes: fazer uma crítica literária às cegas, como se faz degustação de vinho. A partir da leitura de alguns versos, dizer se são bons, a que remetem e quem seria o autor dono daquele estilo.</p>
<p>Na mesa estavam Raimundo Carrero, Paulo Paiva e Marcelo Sandes, também deste Café Colombo. Carrero arriscou vários palpites. Seria um autor pernambucano, da geração 45 e muito viajado. Depois, ele aproveita para falar mal de um outro político que também é metido a escrever. Confiram:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/uGqW_xBszRE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uGqW_xBszRE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Já se aproximando do final do programa, li outros versos e revelei a identidade do “livro-charada”. Uma grande surpresa para o amigo Carreirão e os demais integrantes da mesa! Vejam vocês mesmo neste segundo trecho:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/GGsLAt6jKe8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GGsLAt6jKe8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/30/critica-literaria-as-cegas-ou-%e2%80%9cde-quem-sao-estes-versos%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>352 &#8211; Ao pé do mar de Luiz E. Mellet &#8211; 2</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/29/352-ao-pe-do-mar-de-luiz-e-mellet-2/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/29/352-ao-pe-do-mar-de-luiz-e-mellet-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 14:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete da home]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[alagoas]]></category>
		<category><![CDATA[científica]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[luiz mellet]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1772</guid>
		<description><![CDATA[Jornalista e publicitário, Luiz Mellet é autor de uma das primeiras ficções científicas ambientadas em Pernambuco, a obra &#8220;Recife &#8211; 2093&#8243;. Agora, ele está de volta às livrarias com &#8220;Ao pé do mar&#8221;, um romance ambientado numa praia de Alagoas. Confira o conflito existencial criado por Mellet neste romance.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jornalista e publicitário, Luiz Mellet é autor de uma das primeiras ficções científicas ambientadas em Pernambuco, a obra &#8220;Recife &#8211; 2093&#8243;. Agora, ele está de volta às livrarias com &#8220;Ao pé do mar&#8221;, um romance ambientado numa praia de Alagoas. Confira o conflito existencial criado por Mellet neste romance.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/29/352-ao-pe-do-mar-de-luiz-e-mellet-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://jc2.uol.com.br/parceiros/cafecolombo/audios//090628_luiz_mellet_2a_parte.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>Jornalista e publicitário, Luiz Mellet é autor de uma das primeiras ficções científicas ambientadas em Pernambuco, a obra "Recife - 2093". Agora, ele está de ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Jornalista e publicitário, Luiz Mellet é autor de uma das primeiras ficções científicas ambientadas em Pernambuco, a obra "Recife - 2093". Agora, ele está de volta às livrarias com "Ao pé do mar", um romance ambientado numa praia de Alagoas. Confira o conflito existencial criado por Mellet neste romance.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Manchete da home, Programas</itunes:keywords>
		<itunes:author>contato@cafecolombo.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
		<item>
		<title>Sobre vermes, maçãs e Extirpadores &#8211; crônica de Wellington de Melo</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/28/sobre-vermes-macas-e-extirpadores-cronica-de-wellington-de-melo/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/28/sobre-vermes-macas-e-extirpadores-cronica-de-wellington-de-melo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 17:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[assistencialismo]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[empreguinho]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[projeto cultural]]></category>
		<category><![CDATA[verme]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1764</guid>
		<description><![CDATA[Wellington de Melo, que já esteve aqui no Café para falar do seu livro Desvirtual Provisório, faz uma dura crônica sobre a cultura em Pernambuco. Confiram um trecho:
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;
 Sobre vermes, maçãs e Extirpadores
Por Wellington de Melo • 23 de junho de 2009
Não aceitar apoios em troca de favorecer os interesses dos poderosos, contra as verdades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wellington de Melo, que já esteve aqui no Café para falar do seu livro <a href="http://www.cafecolombo.com.br/2009/01/13/329-a-maquina-e-a-poesia-2/" target="_blank">Desvirtual Provisório</a>, faz uma dura crônica sobre a cultura em Pernambuco. Confiram um trecho:</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><a href="http://wellingtondemelo.com.br/site/2009/06/sobre-vermes-macas-e-extirpadores/" target="_blank"> Sobre vermes, maçãs e Extirpadores</a></p>
<p>Por Wellington de Melo • 23 de junho de 2009</p>
<p>Não aceitar apoios em troca de favorecer os interesses dos poderosos, contra as verdades em que acredito.</p>
<p>Isso deveria ser um mandamento quando se trata de artistas, de gente que veio ao mundo para arranhar a realidade, para abrir pupilas. Mas não é.  E quando se fala de província, onde o fisiologismo impera, onde todas as classes &#8211; sem exceção! &#8211; possuem indivíduos contaminados, parece que a coisa piora.  Há uma parte da classe artística que vive dessas esmolas governamentais, que vive grudada na soleira do poder como um lodo renitente, governo após governo, geração após geração. Tem um cargo? É meu. Uma verbinha pra desenvolver meu projeto engavetado por décadas porque é simplesmente… medíocre? Eu quero. São como aquele verme na maçã que se prolifera por todas as outras maçãs da feira.</p>
<p>Vermes.</p>
<p>Ficam ali se alimentando da maçã, depois da podridão da maçã, depois do que restar das outras maçãs, depois da podridão de tudo. Assim é melhor: quanto mais podre tudo, mais difícil de você identificar a podridão do verme, a mediocridade do verme entre as maçãs.</p>
<p>É assim por aqui em Recife, a maior província do Brasil. Todas as classes têm seus vermes. Eu disse todas. Não se choque, não se doa: gente envolvida com “arte” também. Também ou principalmente, não sei mais. A arte é algo tão sagrado pra mim, algo tão sério, pelo poder que tem, pelo poder que confere, que me fere ver uma corja (colônia) de vermes devorando-a. É gente que vive de favorezinhos, de trocas indecentes, batendo de porta em porta nas repartições com seus projetinhos, repetindo as mesmas ladainhas por anos a fio para ter verba pública.</p>
<p>TEXTO COMPLETO NO <a href="http://wellingtondemelo.com.br/site/2009/06/sobre-vermes-macas-e-extirpadores/" target="_blank">BLOG DE WELLINGTON DE MELO</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/28/sobre-vermes-macas-e-extirpadores-cronica-de-wellington-de-melo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>350 &#8211; Poemas de Pedro Américo de Farias em áudiolivro &#8211; 2</title>
		<link>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/15/350-poemas-de-pedro-americo-de-farias-em-audio-livro-2/</link>
		<comments>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/15/350-poemas-de-pedro-americo-de-farias-em-audio-livro-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 18:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete da home]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[audiobook]]></category>
		<category><![CDATA[audiolivro]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[pedro américo]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[picardia]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[recife]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecolombo.com.br/?p=1724</guid>
		<description><![CDATA[O Café Colombo desta semana é um programa de audiolivros e ideias. Isso porque o entrevistado foi o poeta Pedro Américo de Farias, que está lançando o áudiolivro Linguaraz.  A obra conta com apurado trabalho musical em cima das poesias de Pedro Américo, que também é autor dos livros &#8220;Poesia – Livro sem título” (1973), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Café Colombo desta semana é um programa de <strong>audio</strong>livros e ideias. Isso porque o entrevistado foi o poeta Pedro Américo de Farias, que está lançando o áudiolivro Linguaraz.  A obra conta com apurado trabalho musical em cima das poesias de Pedro Américo, que também é autor dos livros &#8220;Poesia – Livro sem título” (1973), “Conversas de Pedra” (1981) e “Picardia” (1994). Antes, confira a primeira parte do Café Colombo. Com esta entrevista, o Café Colombo completa 350 programas já gravados!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecolombo.com.br/2009/06/15/350-poemas-de-pedro-americo-de-farias-em-audio-livro-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
			<enclosure url="http://jc2.uol.com.br/parceiros/cafecolombo/audios//090614_pedro_americo_2a_parte.mp3" length="1" type="audio/mpeg" />
		<itunes:duration>00:01:01</itunes:duration>
		<itunes:subtitle>O Café Colombo desta semana é um programa de audiolivros e ideias. Isso porque o entrevistado foi o poeta Pedro Américo de Farias, que está ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O Café Colombo desta semana é um programa de audiolivros e ideias. Isso porque o entrevistado foi o poeta Pedro Américo de Farias, que está lançando o áudiolivro Linguaraz.  A obra conta com apurado trabalho musical em cima das poesias de Pedro Américo, que também é autor dos livros "Poesia – Livro sem título” (1973), “Conversas de Pedra” (1981) e “Picardia” (1994). Antes, confira a primeira parte do Café Colombo. Com esta entrevista, o Café Colombo completa 350 programas já gravados!</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Manchete da home, Programas</itunes:keywords>
		<itunes:author>contato@cafecolombo.com.br</itunes:author>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:block>no</itunes:block>
	</item>
	</channel>
</rss>
