Doppio Espresso


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    A liberdade possível de Renata Pimentel (2ª parte)

    III Em prefácio do primeiro livro de poesias de Renata Pimentel, o também poeta Majela Colares apontou a modernidade da linguagem e o “seu imaginoso grau de consciência dos enigmas que habitam a arte de untar versos”. Comentário que remete ao texto referencial de João Alexandre Barbosa, “As ilusões da modernidade”, em que “entre e […]

    colunas - 05 de novembro
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    A liberdade possível de Renata Pimentel (1ª parte)

    I Em 2012, recebi primeiro livro de poesias de Renata Pimentel. Foi também primeiro contato com o capricho editorial da Confraria do Vento. O que me fez guardar Renata como um dos principais nomes da nova poesia brasileira, no entanto, não foi o cuidado dos versos ou do livro enquanto objeto; impressionou-me, sobretudo, o feliz […]

    colunas - 05 de outubro
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    E morre o mundo inteiro

    I Depois das crônicas sobre Gilvan Lemos, novamente a coluna Doppio Espresso deixa de veicular resenha literária e se presta a uma modesta lembrança, alguma precária homenagem a um escritor que – recém-encantado – permanece através dos textos, afetos e sabedoria que legou. Na segunda-feira, 14 de setembro, faleceu no Recife o professor, poeta e […]

    colunas - 21 de setembro
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    Gilvan Lemos: a comovente imperfeição

    III Hoje, novamente deixo de veicular crítica literária – que é a missão declarada (e ainda que nem sempre bem executada) da coluna Doppio Espresso. Novamente, opto por ligeiras impressões em lembrança de Gilvan Lemos, que nos deixou em 1º de agosto. Semana retrasada, recordei a reação de Gilvan a texto meu, à análise que […]

    colunas - 07 de setembro
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    Gilvan Lemos: o desejo encabulado

    I Na retomada da Doppio Espresso, não preparei resenha literária ou parte inicial de alguma crítica mais longa – como é de costume. Para começar segunda temporada da coluna, apenas duas crônica, algumas lembranças e ligeiras impressões que se pretendem modestíssimas homenagens ao romancista e contista Gilvan Lemos (nascido em São Bento do Una, em […]

    colunas - 24 de agosto
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    João, Antonio e a literatura (parte 4/4)

    VII Em João Cabral: uma fala só lâmina, Antonio Carlos Secchin analisa a obra do escritor pernambucano, livro por livro, etapa por etapa daquele longo e diverso trajeto poético. Com o título de estreia, Pedra do Sono (publicado em 1941), por exemplo, chegam versos bem distantes daqueles que marcariam o legado cabralino, peças mais próximas […]

    colunas - 17 de agosto
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    João, Antonio e a literatura (parte 3/4)

    V Ressalvas já foram feitas ao fato de Antonio Carlos Secchin, estudioso de João Cabral de Melo Neto, não registrar ou não citar ostensivamente outros pesquisadores da obra do poeta pernambucano. O próprio Secchin assume que seus ensaios fogem ao excesso de referências teóricas, notas de rodapé e outros procedimentos comuns aos textos acadêmicos. Isso […]

    colunas - 01 de junho
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    João, Antonio e a literatura (parte 2/4)

    III No começo da década de 50, o diplomata e intelectual Antônio Houaiss escreveu positivamente sobre a obra inicial de poeta quase desconhecido e ainda observado com desconfiança pela crítica literária: um tal João Cabral de Melo Neto. Do homem João, ele admitiu saber quase nada, além de que se tratava de pernambucano emigrado para […]

    colunas - 27 de abril
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    João, Antonio e a literatura (parte 1/4)

    I A primeira pessoa que ouvi falar de João Cabral de Melo Neto foi uma freira, professora do colégio onde eu estudava, e de quem não recordo o nome. Lembro-me bem, no entanto, da sua frase de efeito: “ler a poesia de João Cabral é como mastigar um biscoito duro e salgado, horrível”. Então, nada […]

    colunas - 13 de abril
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    O pai, o caçador, a poesia

    Autor de O Caçador de Mariposas, poeta pernambucano Wellington de Melo merece lugar destacado não só entre seus coetâneos, mas em qualquer seleção que busque momentos excepcionais da produção poética nacional. Esta é a opinião sustentada pelo crítico literário Cristiano Ramos em sua coluna Doppio Espresso dessa semana.

    colunas - 23 de março

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