Doppio Espresso


  • Sobre Everardo, uma crônica e dois convites tardios (parte 3/3)

    Everardo é poeta que carrega senso profundo de contemporaneidade e elementos conhecidos dos leitores

    colunas - 16 de março
  • Sobre Everardo, uma crônica e dois convites tardios (parte 2/3)

    Cristiano Ramos analisa Poemas, de 1999, e A rua do Padre Inglês, de 2006

    colunas - 04 de fevereiro
  • Sobre Everardo, uma crônica e dois convites tardios (parte 1/3)

    Prêmio Portugal Telecom atrai atenção para obra pretérita do poeta Everardo Norões

    colunas - 02 de fevereiro
  • Outros dias de febre

    Contos republicados pela Confraria do Vento nos marcam pelo limite, pela margem antes do abismo

    colunas - 05 de janeiro
  • As páginas de Ângelo (parte 4/4)

    Ensaios e poemas de Ângelo Monteiro mais indagam do que defendem teses

    colunas - 22 de dezembro
  • As páginas de Ângelo (parte 3/4)

    V Nas duas colunas Doppio Espresso anteriores, apresentamos uma maneira de pensar a obra do poeta Ângelo Monteiro: o viés sapiencial. Primeiro, explicamos que, geralmente, o termo sapiencial é utilizado para escrituras sagradas que se distinguem pelos ensinamentos que veiculam – embora sirva para outros livros que consideremos eminentemente detentores de sabedoria. No segundo momento, […]

    colunas - 01 de dezembro
  • As páginas de Ângelo (parte 2/4)

    III Na coluna anterior, confessei lugar destacado que Ângelo Monteiro ocupa em minha estante. Motivo? O caráter sapiencial de sua obra. Naquela oportunidade, expliquei também que, geralmente, o termo sapiencial é utilizado para escrituras sagradas que se distinguem pelos ensinamentos que veiculam – embora sirva para demais livros que acreditemos serem especialmente detentores de sabedoria. […]

    colunas - 17 de novembro
  • As páginas de Ângelo (parte 1/4)

    I Em 2012, recebi telefonema de repórter de cultura que precisava de escritores e críticos que respondessem a uma única pergunta: “Se tivesse que optar por livro de autor pernambucano (ou radicado no Estado), qual leria pelo resto da vida”? Apesar de considerar a questão despropositada, peguei-me respondendo sem hesitações: Todas as coisas têm língua […]

    colunas - 03 de novembro
  • Samarone, o rigor e a poesia (parte 2/2)

    III Em O aquário desenterrado, de Samarone Lima, ainda que os versos digam não saberem se são poesia ou puro cansaço, a decadência não se veste decadentista; ou seja, não se apresenta como mal-estar, pessimismo ou evasão, tampouco se reflete no plano formal. A memória não serve a qualquer rebelião, as ruínas são desenterradas no […]

    colunas - 22 de setembro
  • Samarone, o rigor e a poesia (parte 1/2)

    I Os espaços e prazos estreitos da resenha literária – seja ela impressa ou não – aumentam o risco de recair no excesso de lugares-comuns. Pior ainda: é preciso estar sempre vigilante às falácias argumentativas típicas da informalidade, de conversas de bar. Todo resenhista comete tais equívocos, é inevitável, mas a consciência do problema pode […]

    colunas - 08 de setembro

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