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Confira regras para o retorno de cinemas, teatros e eventos sociais em PE

reabertura dos cinemas em pernambuco

O tradicional Cinema São Luiz, localizado no Recife, foi uma das salas que fechou as portas durante a pandemia. Foto: Facebook/Divulgação

A partir da segunda-feira (28), teatros, cinemas e eventos sociais, como festas de aniversário e casamentos, voltam a ser realizados em algumas cidades de Pernambuco, conforme anunciado ontem (23) pelo Governo do estado. A abertura será na Macrorregião 1, composta pela Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata, e a IV Gerência Regional de Saúde (Geres), cuja cidade polo é Caruaru.

Os eventos sociais e culturais poderão receber até 100 pessoas ou 30% da capacidade de ocupação do local, dando preferência ao menor número. Além disso, serão necessárias medidas de segurança como o uso de máscara, disponibilidade de álcool 70 e rotina de limpeza dos espaços. Os serviços de alimentação também terão mudanças na nova etapa: o horário de funcionamento será estendido em duas horas (de 6h à meia-noite) e a capacidade de lotação aumentada para 70%.

Além de Caruaru, fazem parte da IV Geres as cidades de Agrestina, Alagoinha, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim , Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Felix, Cupira, Frei Miguelinho, Gravatá, Ibirajuba, Jataúba, Jurema, Panelas, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Uma, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Toritama e Vertentes.

De acordo com a reportagem do Fantástico, exibida pela TV Globo no domingo (20), 10% das salas de cinema do Brasil voltaram a funcionar, respeitando as medidas de prevenção à Covid-19. ‘Scooby – O Filme’ foi o líder de bilheteria das últimas semanas.

Município de Serra Talhada abre inscrições para editais de incentivo à cultura

Obras na Casa da Cultura localizada em Serra Talhada. Foto: Roseanny Carvalho/Divulgação

A Fundação de Cultura de Serra Talhada anunciou que estão abertas, de hoje (23) até o dia 07 de outubro, as inscrições para os editais de cultura e premiações referentes à  Lei Aldir Blanc. São cinco editais, que contemplam produções nas áreas de artes plásticas, gráficas, visuais, cênicas, literatura, cultura popular e tradicional. 

A Fundação Cultural de Serra Talhada recebeu da União o valor de R$ 619.002,13 (seiscentos e dezenove mil dois reais e treze centavos) que será destinado a ações de apoio ao setor cultural. Sendo este valor distribuído para realização de editais e premiações que fomentem a cadeia cultural do município e espaços culturais que tiveram suas atividades paralisadas por conta da pandemia. 

A Lei Aldir Blanc destina R$ 3 bilhões para estados e municípios, que serão usados para auxiliar trabalhadores e espaços culturais.

Para os editais de cultura de Serra Talhada foram designados  R$ 221.002,13 (duzentos e vinte e um mil e dois reais e treze centavos), com o objetivo de fomentar e incentivar artistas, produtores, grupos, expressões e projetos artísticos e culturais.

Sobre os editais

O “Edital Emygdio De Miranda De Cultura” trará incentivo para cerca de 97 produções artísticas inéditas e não-inéditas, assim como propostas de capacitação, como oficinas e cursos, formação e pesquisa cultural. 

O “Prêmio Gilvan Santos de Artes Cênicas” contemplará projetos nas modalidades  de montagem de espetáculos teatrais, temporada virtual de espetáculos teatrais, montagem de espetáculos de dança e manutenção de grupos e companhias de danças.

O “Prêmio João Henrique da Cagepe de Eventos” está destinado a eventos não realizados em razão da pandemia e que possam ser elaborados em formato virtual.

O “Prêmio Helena Conserva de Literatura” está direcionado a projetos nas modalidades de publicação ou reedição de obras literárias de autores serratalhadenses. Os trabalho devem ter no mínimo 50 (cinquenta) páginas, com garantia de acesso ao público. 

O “Prêmio Manoel Martins de Cultura Popular” contempla a manutenção de grupos de cultura popular e apoio aos mestres e mestras da cultura popular serratalhadense.

Para ter participar dos editais os interessados devem estar inscritos e homologados no cadastro cultural do município. Para ter acesso links com os os editais e anexos dos projetos, clique aqui.  

‘Scooby- O Filme’ lidera a retomada dos cinemas pelo Brasil

O filme “Scooby-O Filme” é dirigido por Tony Cervone. Foto: Divulgação

A animação “Scooby- O Filme” lidera as bilheterias dos cinemas pelo Brasil pela segunda semana consecutiva, desde a quinta-feira (17) até o último domingo (20). Os três filmes de maior bilheteria no momento são: “Scooby-O Filme” com R$ 134,9 mil, “A maldição do Espelho” com R$ 82,6 mil e “Magnatas do Crime” com 43 mil reais. O filme infantil conta a história do cāo Scooby Doo e sua turma desvendando crimes, e marca a retomada lenta das salas de cinema pelo Brasil.

De acordo com matéria do Fantástico, 10% das salas dos cinemas começaram a funcionar com as medidas de proteção contra a COVID-19, nas últimas duas semanas. Na primeira semana de abertura, nos dias 10 à 13 de setembro, o setor recebeu um acréscimo de 157%, segundo os dados disponibilizados pelo portal G1

Com a abertura gradual dos cinemas, o setor teve uma alta de 24,6% em relação à primeira semana. A bilheteria passou de R$ 288 mil para R$359 mil, enquanto que o público foi de 16,5 mil espectadores para mais de 23 mil.

Editora Vacatussa lança nova coletânea de contos

Renata Santana é escritora, jornalista, recitadora e pesquisadora pernambucana. Ela integra a lista de autores da coletânea, com seu conto “Coração-de-nego”.

A editora Vacatussa lançou seu mais novo livro intitulado “Abrigo”, nesta quarta-feira (16). A obra reúne dez contos de autores veteranos e reconhecidos pelos principais prêmios literários do Brasil. Entre eles, estão os vencedores do Prêmio Jabuti Marcelino Freire, Carol Rodrigues e Sidney Rocha. A coletânea participa da Coleção Solidária, projeto que busca arrecadar dinheiro para ajudar pessoas desabrigadas. 

Os contos foram disponibilizados voluntariamente pelos autores para a editora Vacatussa,  a fim de contribuírem com a causa social. A lista reúne Renata Santana, Marcelino Freire, Camilla Inojosa, Oscar Nestarez, Joana Rozowykwiat, Gilvan Lemos, Débora Ferraz, Diogo Monteiro, Carol Rodrigues e Sidney Rocha. Uma parte da renda obtida será distribuída para a Organização Não Governamental Samaritanos Recife, que atua oferecendo cuidados para as pessoas em situação de rua. 

O livro possui múltiplas temáticas, com textos inéditos ou publicados em outros periódicos. De acordo com o editor da Vacatussa, Thiago Corrêa, “o livro ‘Abrigo’ é como um mosaico. É uma coletânea que permite ao leitor ter uma visão mais geral da produção dos contistas da literatura brasileira, de diferentes gerações e interesses”. E complementa: “vejo a coletânea como uma obra de entrada e degustação, onde o leitor pode experimentar dez ‘pratos’ diferentes e depois se aprofundar nos autores que mais lhe agradem”.

O editor comentou também que, embora o projeto tenha a proposta para ser em formato digital, futuramente tanto o “Abrigo” quanto os demais livros da Coleção Solidária, poderão ser distribuídos no formato impresso. A obra está a venda no site da Amazon por R$ 9,90.

Espetáculo ‘Variações em Prece’ homenageia vítimas do coronavírus

Espetáculo “Variações em Prece”. Foto: Divulgação/ Cisne Negro Cia de Dança

A Cisne Negro Compainha de Dança apresentará no dia 03 de outubro, o espetáculo “Variações em Prece”. A peça busca homenagear as vítimas e todos que foram atingidos pela pandemia da Covid-19. O show será realizado às 20h, no Teatro J. Safra, em São Paulo, e terá transmissão ao vivo. 

Em 43 anos de história, essa será a primeira apresentação virtual da companhia. A programação é composta por cinco obras, que buscam passar uma mensagem de fé e esperança. Os ingressos custam R$20,00 e podem ser adquiridos na plataforma Eventim.

O evento ainda conta com a presença do ator Maurício Machado. O artista  também é  curador artístico do Teatro J. Safra, uma casa de espetáculos com foco no entretenimento e cultura; que preza pelo ineditismo e diversidade artística.

Com a direção artística de Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt, a Cines Negro Cia. de Dança é considerada uma das mais aclamadas companhias contemporâneas do Brasil. O grupo  realizou apresentações em aproximadamente 17 países,  assistidas por um público superior a 2,5 milhões de pessoas.

WME Conference RMX: conferência digital promovida pela Women’s Music Event

A cantora Daniela Mercury é madrinha oficial do WME Conference RMX. Foto: Divulgação/ Women’s Music Event. 

A edição online da WME Conference RMX será transmitida, nos dias 18, 19 e 20 de setembro, para todo Brasil. A programação conta com shows, oficinas e painéis organizados por mais de 70 mulheres artistas, de dentro e fora da indústria musical. As apresentações serão captadas ao vivo da Casa Natura Musical, em São Paulo, com equipe reduzida e sem a presença de público. 

A WME Conference foi criada em 2017 pela Women’s Music Event (WME), uma plataforma de música, negócios e tecnologia vista por uma perspectiva feminina. O evento, realizado anualmente no mês de março, precisou ser repensado diante à pandemia do Covid-19. 

Com as mudanças e adaptação ao meio virtual, a WME Conference adotou a tag “RMX”, em referência à técnica de remix usadas por DJs e produtores de música eletrônica. O termo que remete a criação de uma nova faixa musical, faz uma alusão ao novo formato do evento. 

O público poderá prestigiar os shows das cantoras Céu, Xênia França, Rakta, Maria Rita Stumpf, Larissa Luz, Tiê, MC Souto e do grupo As Baías, que serão transmitidos pelas redes sociais do WME de forma gratuita. Porém, para participar de todas as atividades do evento os interessados devem adquirir os ingressos no valor de 15 reais, por dia, que já estão disponíveis para compra no Sympla.

Assim como nas edições anteriores, a cantora e empresária Daniela Mercury é a madrinha do evento. Daniela participará do quadro questions and answers (perguntas e respostas) e será entrevistada de sua casa em Salvador, pela jornalista Claudia Assef (WME).

Entre as apresentações mais aguardadas estão as artistas Negra Li, Luísa Sonza e Karol Conka, que participarão do bate-papo mediado por Camila Zana, para debater sobre a pauta ‘Um universo em expansão: as muitas faces do mercado das lives’. Clique aqui para conferir a line-up completa. 

Frevoguing: resistência e tradição

edson vogue
Edson faz parte do grupo de frevo Guerreiros do Passo e é mother da Kiki House of Guerreiras. Foto: Divulgação

Surgido entre o fim do século XIX e o início do século XX, o frevo é parte essencial do carnaval pernambucano. Desde 2016, o tradicional ritmo é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). 

Popularizado na década de 1980, o vogue (ou voguing) cresceu entre as comunidades negras e latinas LGBTQI+ de Nova York. Os movimentos, inspirados nas poses das modelos da revista Vogue, eram dançados nos balls, festas da comunidade queer voltadas às competições e apresentações.

E foi juntando esses dois ritmos que o bailarino Edson Vogue criou o Frevoguing. Sua paixão pela dança começou ainda na infância: “Desde criança eu gostava de me movimentar, dançar, imitar os movimentos de personagens e outros seres. Mas, quando vi Madonna na TV, foi que eu disse que queria fazer a mesma coisa.” Em 1990, a cantora lançou a música “Vogue”, que tornou a dança conhecida em todo o mundo.

“O Frevoguing surge de uma inquietação através da minha busca pelo movimento: no grupo Guerreiros do Passo, eu fui estimulado a misturar estilos e passos. É uma junção que fica no limiar entre as duas modalidades, utilizando as bases organizacionais, princípios de movimento, fluência dos passos e as historicidades do frevo e do voguing. Em 2014, Bárbara Wagner e Benjamin de Burca falam comigo sobre um projeto de vídeo instalação que abordava esse processo de passistas de frevo que dialogavam com outras modalidades e surgiu o “Faz que Vai”, o vídeo instalação que foi tema do meu TCC e iniciou as minhas pesquisas para o surgimento do Frevoguing.”

Edson participou da videoinstalação “Faz que Vai”, obra dos artistas Bárbara Wagner e Benjamin de Burca que aborda as novas roupagens do frevo.

Com a crise do coronavírus, as atividades culturais sofreram um grande impacto. Edson, que também é professor de dança, reflete sobre o período: “O isolamento nos mostrou como a arte é importante e como as pessoas profissionais da dança são necessárias. Eu, particularmente, não pude fazer nada online por vários fatores e a volta aos poucos mostra que, mesmo a internet sendo uma ferramenta que nos dá acesso ao conhecimento e ao mundo, ela também pode ser elitista, no sentido de que nem todes na periferia possuem uma internet veloz ou um espaço para continuar suas atividades.”

Comemorado no dia 14 de setembro, em homenagem ao jornalista Oswaldo Vieira, conhecido como o criador da palavra, o frevo é, assim como o voguing, sinônimo de resistência. E Edson resume: “O frevo, para mim, é uma dança urbana e popular que traduz bem o sentimento de pessoas fortes, que fazem a cultura permanecer e sobreviver mesmo com altos e baixos. Mesmo quando não estivermos mais aqui, o frevo vai continuar vivo e a gente vivo com ele”.

Coletivo feminino lança edital para mulheres artistas

Foto: Banco de imagens do Freepik

Estão abertas, até 14 de outubro, as inscrições para o edital do prêmio Vozes Agudas. A premiação está destinada a mulheres artistas trans ou cis brasileiras ou residentes no Brasil. A ação busca favorecer e destacar a importância do trabalho feminino no âmbito artístico. O resultado do edital será divulgado no dia 06 de novembro

O prêmio irá beneficiar três artistas com o valor de R$1.000,00 e divulgará seus trabalhos a partir da elaboração de um texto crítico e de divulgação nas redes sociais do Vozes Aguda e do projeto Atêlie397. As vencedoras também poderão participar da edição especial do Podcast Vozes Agudas e integrarão a exposição do Vozes Aguda que será realizada no primeiro semestre de 2021, na a galeria de Arte Jaqueline Martins.

O edital dará preferência a produções de artistas que estão em início de carreira ou que pertencem a grupos sociais não privilegiados. Clique aqui para ter acesso ao formulário de inscrição

O coletivo Vozes Aguda é um grupo de estudos e intervenção feminista que opera em projetos de resistência a exclusão do feminino nas artes visuais. O grupo está ligado ao Ateliê397, um espaço independente que realiza pesquisa, formação, produção e exibição da arte contemporânea. 

vala de perus

Livro conta a história de vala clandestina usada na ditadura militar

vala de perus

Funcionário exibe crânio cortado e perfurado por bala encontrado na Vala de Perus. Foto: Claudio Rossi/Agência O GLOBO

Na manhã de 4 de setembro de 1990, a cidade de São Paulo assistiu uma das grandes marcas deixadas pela violência do regime militar: a abertura de uma vala clandestina no cemitério de Perus. Nela, foram escondidos mais de mil corpos de perseguidos políticos durante a segunda metade da década de 1970, em pleno regime militar. Essa história está contada com minúcias no livro ‘Vala de Perus: uma Biografia’, escrito pelo jornalista Camilo Vannuchi, publicado no site do Instituto Vladimir Herzog.

A descoberta se deu a partir da investigação que o repórter Caco Barcellos realizava para seu futuro livro ‘Rota 66: A História da Polícia que Mata’. Construído em 1969, na gestão de Paulo Maluf (então ARENA), o cemitério foi planejado para ser o local de enterro dos indigentes e não reclamados, situação aproveitada pelos militares. Com a abertura da vala, foi descoberta uma extensa rede que trabalhava em prol da ocultação dos corpos, envolvendo o Instituto Médico Legal e, claro, os agentes da ditadura.

Os corpos das vítimas, que incluíam os mortos por grupos de extermínio, eram enterrados como indigentes ou com nomes falsos — por vezes, o codinome dos militantes — o que dificultava sua localização e identificação pelos familiares. Até que em 1976, houve uma exumação em massa não documentada dos corpos, o que atraiu a atenção do funcionário do cemitério Antônio Pires Eustáquio, que investigou por conta própria o acontecimento a partir de 1978, quando assumiu a administração. Ele recebia, com frequência, familiares de vítimas enterradas em Perus. Um deles, o engenheiro Gilberto Molina, foi um dos primeiros a ver o local da vala onde seu irmão, o guerrilheiro Flavio Molina, foi enterrado, e cujo atestado de óbito foi emitido com um nome falso. Antônio, conhecido como Toninho, só pode revelar a localização após o fim da ditadura, quando foi contatado por Caco, dando início a um processo de identificação dos corpos que se estende até hoje.

Circuito Cultural de Pernambuco realiza edição online

O Circuito Cultural de Pernambuco já realizou 15 eventos anuais, percorrendo cidades como Recife, Caruaru, Arcoverde e Garanhuns. Foto: Divulgação

O Circuito Cultural de Pernambuco inicia sua primeira etapa de apresentações amanhã (9), que segue até o dia 13 de setembro. Ao todo, serão quatro etapas de programação que vão até dezembro. O evento é promovido pela Cepe Editora e a Fundação Gilberto Freyre, com o apoio do Governo de Pernambuco e o Sesc Pernambuco. Entre os convidados do Circuito estão o diretor Camilo Cavalcante, a escritora e artista plástica Marina Colasanti e o palestrante Rossandro Klinjey. A edição virtual será transmitida no site do evento.

As etapas ocorrerão entre os dias 9 à 13 de setembro, 7 à 11 de outubro, 12 à 15 de novembro e 9 à 13 de dezembro. Segundo a Folha de Pernambuco, o Presidente da Cepe, Ricardo Leitão comentou que embora a edição de 2020 seja realizada virtualmente em decorrência da pandemia, o lado positivo é baixo  custo do evento, que esse ano foi de R$ 250 mil.

Nesta edição vão ser homenageados os escritores João Cabral de Melo Neto, Clarice Lispector e Mário Souto Maior. Segundo a curadora Jamile Barbosa, o formato virtual acrescentará bastante a edição deste ano, uma vez que existirá uma conexão maior entre as pessoas de lugares distantes. O Circuito Cultural de Pernambuco contará com bate-papos, oficinas, lançamentos e saraus.

Programação de setembro:

Quarta-feira (9)

16h30 – Abertura Oficial do Circuito

17h – Baseado em Fatos Reais: Live com a participação da historiadora e escritora Mary Del Priore com mediação do jornalista Felipe Torres.

Quinta-feira (10)

8h – Podcast Cultural: Notícias sobre o mundo literário e temas afins.

8h30 – Ler, muito prazer!: Exibição de vídeos de experiências de leitura (individuais ou coletivas) de crianças na primeira e segunda infância.

9h – Senta, que lá vem história!: Contação da história do livro Dianimal (Cepe), de Alexandre Revoredo,  com Érica Montenegro.

9h45 – Dinâmica das letras: Criação de parlendas baseadas na temática do livro Dianimal com Érica Montenegro.

10h – Oficina: Mão de Moldar Passarinho: Modelagem com Emerson Pontes

11h – Bate-papo: Histórias em quadrinhos como recurso didático-pedagógico. Conversa entre o professor Waldomiro Vergueiro (ECA/USP), o quadrinista Marcello Quintanilha com mediação do escritor e jornalista Roberto Beltrão.

12h – Podcast Cultural: Trópicos ( Revista Continente) – Para sempre Tereza Costa Rêgo

13h – Videocast Cultural: Exibição do documentário Assombrações do Recife Velho (Série Teatro sem Fronteiras) do jornalista e cineasta Evaldo Mocarzel.

14h – Oficina Teatro para Crianças: Com Dani Travassos da Companhia Fiandeiros de Teatro(Conceituação do Teatro e O despertar da imaginação)

15h – Por dentro do livro: O obscuro fichário dos artistas mundanos (Cepe) – Conversa entre a organizadora do livro, Clarice Hoffmann, e o ilustrador Paulinho do Amparo.

16h – Bate-papo: Diálogos entre linguagens: literatura, teatro e cinema com Newton Moreno, Evaldo Morcazel e mediação do jornalista Márcio Bastos.

17h – Live A vida pede licença… poética com Marina Colasanti e mediação de Gianni Paula de Melo.

18h – Contação de história: Contação da história do livro Dianimal (Cepe), de Alexandre Revoredo,  com Érica Montenegro.

18h45 –  Dinâmica das letras: Criação de parlendas baseadas na temática do livro Dianimal com Érica Montenegro.

19h – Prazer de Ler: Exibição de vídeos de experiências de leitura (individuais ou coletivas) de adolescentes e adultos.

19h30 – Lançamentos: Livro O Brasil de Gilberto Freyre, de Mário Hélio. Conversa entre o autor e Anco Márcio Tenório.

20h – Sarau: Vozes do Recife – Recital poético com a Cia Fiandeiros

Sexta-feira (11)

8h – Podcast Cultural: Notícias sobre o mundo literário e temas afins.

8h30 – Ler, muito prazer!: Exibição de vídeos de experiências de leitura (individuais ou coletivas) de crianças na primeira e segunda infância.

9h – Senta, que lá vem história!: Contação da história do livro A domadora de Palíndromos, de Fred Bellintani (Cepe), com o Tapete Voador.

9h45 – Dinâmica das letras: Criação de frase em palíndromo com a temático do livro “A domadora de Palíndromos” com a turma do Tapete Voador.

10h – Oficina: Construção de instrumentos musicais com Givanilson Soares.

11h – Bate-papo: A literatura como cura – o poder terapêutico da leitura com o professor Dante Gallian (Unesp), a pesquisadora Carla Souza com mediação de Érica Montenegro.

12h – Podcast Cultural: Trópicos (Revista Continente) – Poesia e pandemia

13h00 – Videocast Cultural: Documentário Memória da Cana (série Teatro sem Fronteiras), de Evaldo Mocarzel, com o grupo Os Fofos Encenam.

14h – Oficina: Teatro para Crianças com Dany Travassos da Cia Fiandeiros (Acorda corpo! Acorda voz!)

15h – Por dentro do livro: Coletâneas de fotografias: Alcir Lacerda, Benício Dias e Lula Cardoso Ayres com participação de Betty Lacerda e Rita de Cássia Araújo

16h – Bate-papo: Experiências criativas em tempos de pandemia  com Bruna Lubambo, Jarbas Domingos e mediação da jornalista Luciana Veras.

17h – Palestra: Conversa entre Rossandro Klinjey, autor do livro O tempo do autoencontro, e  KiKa Freyre.

18h – Contação de história: Do livro A domadora de Palíndromos, de Fred Bellintani (Cepe) com o Tapete Voador

18h45 – Dinâmica das letras: Criação de frase em palíndromo

19h – Prazer de Ler: Exibição de vídeos de experiências de leitura (individuais ou coletivas) de adolescentes e adultos.

19h30 – Lançamento digital: A história da eternidade, de Camilo Cavalcanti. Conversa entre o autor e a jornalista Luciana Veras.

20h – Sarau: Teatro em perspectiva com a Companhia Maravilhas de Teatro

Sábado (12)

8h – Oficina: Mão de Moldar Passarinho – Oficina de modelagem com Emerson Pontes

9h – Senta, que lá vem história!: Contação da história do livro Comadre Florzinha (Série Além da Lenda) com Joanah Flor

10h – Apresentação cultural: Show do mágico Rodrigo Lima

11h – Bate-papo: Por um Brasil de leitores com Adriana Ferrari (Febab) e Hélio Monteiro (BPPE)

12h – Lançamentos (reapresentação): O Brasil de Gilberto Freyre, de Mário Hélio. Conversa do autor com o professor  Anco Márcio Tenório.

14h – Por dentro do livro (reapresentação): O obscuro fichário dos artistas mundanos (Cepe) – Conversa entre a organizadora do livro, Clarice Hoffmann, com o ilustrador Paulinho do Amparo.

15h – Bate-papo: Videogame, a evolução da arte – Com João Varella e mediação de Renato Mota

16h – Show: Carol Levy

17h – Contação de história (reapresentação): Contação da história do livro Dianimal (Cepe), de Alexandre Revoredo,  com Érica Montenegro.

18h – Cineminha: Além da Lenda (ViuCine)

19h – Sarau (reapresentação)

Vozes do Recife – Recital poético com a Cia Fiandeiros

Domingo (13)

8h – Oficina: Construção de instrumentos musicais – com Givanilson Soares

9h – Senta, que lá vem história!: Bicho papão e Cabra Cabriola (Série Além da Lenda) com Joanah Flor.

10h – Apresentação cultural: Tocando, cantando e aprendendo com Givanilson Soares

 11h – Bate-papo: Origens e perspectivas da literatura de cordel – Participação de Aderaldo Luciano, Meca Moreno com mediação de Érica Montenegro.

12h – Lançamentos virtual (reapresentação): A história da eternidade, de Camilo Cavalcanti. Conversa entre o autor e a jornalista Luciana Veras.

14h – Por dentro do livro: Antologia da crítica pernambucana, organização de André Dib e Gabi Saegesser.

15h – Bate-papo: Encontro de ilustradoras pernambucanas. Com Mari Souza, Clari Cabral e mediação de Renato Mota.

16h – Show Infantil: Bandalele

17h – Contação de história: Leitura do livro Bicho papão, Cabra Cabriola (Série Além da Lenda) com Joanah Flor

18h – Cineminha: Guerreiros da rua (ViuCine)

19h – Sarau : Teatro em perspectiva – Com a Companhia Maravilhas de Teatro.

A programação dos demais meses está disponível no site do Circuito Cultural de Pernambuco