Rafael Primot aborda o feminino e questões afetivas em livro de dramaturgias

Trilogia Primot reúne histórias que transitam do teatro ao cinema

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Em Trilogia Primot, o dramaturgo reúne histórias ideais para pequenas montagens. Imagem: Reprodução

O ator, cineasta e escritor Rafael Primot lançará seu novo livro, Trilogia Primot, às 19h de hoje (14) em uma transmissão ao vivo no seu Instagram (@rafaelprimot). Gata Velha Ainda Mia, Todo Clichê do Amor e Uma Vida Boa são as obras que compõem a compilação, publicada pela Giostri Editora. As duas primeiras foram adaptadas para o cinema e dirigidas pelo próprio Primot; já a última foi encenada no Rio de Janeiro e em São Paulo. A compra pode ser feita pelo site https://lojavirtual.giostrieditora.com.br/trilogiaprimot.

As três dramaturgias têm como elo o feminino, além de trazerem discussões sobre afeição e solidão e outros conflitos contemporâneos. Elas também proporcionam fácil encenação e são ideais para elencos com poucos atores. 

Conheça as narrativas da Trilogia Primot

Gata Velha Ainda Mia, trazido às telonas em 2013, narra o encontro entre a jovem jornalista Carol, vivida por Bárbara Paz, e a escritora Glória Polk, interpretada por Regina Duarte. De um lado, Carol busca ascensão profissional através da entrevista; já Glória, tenta retornar do ostracismo. A conversa se torna um thriller obscuro que aborda temas como envelhecimento e processo criativo.

Todo Clichê do Amor, lançado em 2018, retrata três personagens que vivem histórias de afeição, cada um à sua maneira: uma prostituta que sonha em se tornar mãe, um entregador que comete um assassinato para provar seu amor e uma madrasta que tenta cativar a enteada no velório do marido. O filme conta com nomes como Marjorie Estiano, Débora Falabella e Maria Luisa Mendonça.

Uma Vida Boa traz B, um rapaz nascido em um corpo de mulher que muda de cidade para poder assumir sua identidade. Baseado em uma história real ocorrida nos EUA, em 1993, também inspirou o filme Meninos não Choram (1998). Produzida entre 2014 e 2017, a peça foi estrelada por Amanda Mirásci, Julianne Trevisol e Daniel Chagas e dirigida por Diogo Liberano.